Recolhedores de lixo comemoram ausência da Prefeitura de SP no Carnaval

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*ARQUIVO* São Paulo, 12/02/2018- Lixo acumulado no Largo da batata. (Foto: Mastrangelo Reino/ Folhapress
*ARQUIVO* São Paulo, 12/02/2018- Lixo acumulado no Largo da batata. (Foto: Mastrangelo Reino/ Folhapress

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Equipes autônomas de reciclagem viram como oportunidade a falta do serviço de limpeza da Prefeitura de São Paulo no Carnaval de rua no feriado de Tiradentes.

Eles foram contratados diretamente pela organização dos poucos blocos que decidiram tomar as vias públicas da capital, apesar de a gestão do prefeito Ricardo Nunes (MDB) não oficializar a realização do evento.

Segundo Sérgio da Silva Bispo, da empresa Kombosa Seletiva, diz que será possível receber uma diária de quase R$ 180 e a refeição. Além da diária, eles receberão ajuda de custo para o combustível utilizado para percorrer toda a operação -o que inclui a ida da praça Aureliano Leite, na Água Branca, até um centro de reciclagem. Por fim, eles vão vender os materiais recolhidos.

Durante a apresentação do bloco Baco do Parangolé, a Kombosa operou com cinco catadores de lixo. O litro do vidro renderá R$ 0,30 -é o item que mais tem sido recolhido neste primeiro dia de Carnaval de rua na Água Branca com a venda de garrafas long neck.

"A prefeitura tem o pessoal deles, então vamos aproveitar essa oportunidade de trabalhar no Carnaval", diz Bispo.

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