Rede municipal de SP tem volta às aulas em 380 escolas nesta segunda

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A teacher works with students, all of them wearing masks, during the first day back to in-person classes amid the COVID-19 pandemic at the Raul Antonio Fragoso public school in Sao Paulo, Brazil, Monday, Feb. 8, 2021. Sao Paulo state government has allowed the schools to resume classes with up to 35% of its students. (AP Photo/Andre Penner)
A teacher works with students, all of them wearing masks, during the first day back to in-person classes amid the COVID-19 pandemic at the Raul Antonio Fragoso public school in Sao Paulo, Brazil, Monday, Feb. 8, 2021. Sao Paulo state government has allowed the schools to resume classes with up to 35% of its students. (AP Photo/Andre Penner)

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Com uma semana de atraso, 380 das 530 escolas da rede municipal de São Paulo, sob gestão Bruno Covas (PSDB), que não puderam abrir na segunda-feira passada (15) devido a problemas que envolvem a falta de equipes de limpeza, voltam às aulas presenciais nesta segunda-feira (22).

De acordo com a prefeitura, outras 150 unidades permanecem apenas com atividades online e retomarão as atividades presenciais apenas no dia 1º de março.

Já 50 escolas que estão com reformas em andamento ainda não têm data exata para abrir as portas.

No total, 580 escolas tiveram adiado o retorno às aulas presenciais. Ao todo, a cidade tem 4.000 unidades de ensino e cerca de 1 milhão de estudantes.

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As escolas municipais estavam sem equipes de limpeza e material de higiene por causa de contratos com empresas prestadoras de serviço que não foram renovados no início deste mês.

Na ocasião, uma das empresas que teve o contrato finalizado foi a Califórnia, que prestava serviços à pasta desde fevereiro de 2015. A empresa afirmou na sexta-feira (19) que mantinha 566 funcionários em 148 escolas.

Ainda na semana passada, o presidente da Seac (Sindicato das Empresas de Asseio e Conservação no Estado de São Paulo) que representa 17 empresas que prestavam serviço à prefeitura, disse que a Secretaria Municipal da Educação deixou de pagar cerca de R$ 50 milhões referentes a serviços já prestados, alguns deles pendentes desde abril de 2020.

Em relação aos débitos alegados pelo Seac, a prefeitura informou que “adotou as providências para ajuste de seus contratos". "Todos os pagamentos estão sendo realizados após comprovações documentais por parte das empresas”, afirma trecho do texto.