Redução do auxílio emergencial para R$ 300 joga 11,6 milhões na pobreza

Cássia Almeida e Sérgio Matsuura
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Marcos de Paula / Agência O Globo

RIO - Sem o auxílio emergencial e com uma inflação desigual, que pesa mais no bolso de quem ganha menos, a pobreza vai superar os níveis de 2019 já no começo deste ano.

Somente o corte do benefício à metade em setembro, quando passou de R$ 600 para R$ 300, e a inflação, que foi o dobro para as faixas de renda mais baixa, jogaram 11,6 milhões na pobreza desde agosto, de acordo com cálculo do economista e pesquisador da Fundação Getulio Vargas (FGV) Daniel Duque, obtidos com exclusividade pelo GLOBO.

A ajuda emergencial, principal responsável por manter a renda das famílias no ano da pandemia e reduzir a pobreza, terminou oficialmente na quinta-feira, e o governo ainda não anunciou como pretende atender à esse contingente de 65 milhões de pessoas que vinham recebendo o auxílio.

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