Reformas econômicas de Guedes são abandonadas por Bolsonaro

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REUTERS/Adriano Machado
REUTERS/Adriano Machado
  • De olho nas eleições do próximo ano, Bolsonaro deixa de lado a agenda de reformas do ministro da Economia

  • Para especialistas, reformas são essenciais para recuperação econômica do país

  • Guedes vem enfrentando grande rejeição por parte dos deputados, senadores, e pela população em geral

As reformas do ministro da Economia, Paulo Guedes, foram deixadas de lado por parte do governo de Jair Bolsonaro. Com a proximidade do ano eleitoral e o desgaste para a aprovação da PEC dos Precatórios, Bolsonaro "nem quer" tentar votar essas reformas, diz o deputado Marcelo Ramos, vice-presidente da Câmara.

Ambas reformas administrativas e tributárias são vistas por Guedes como essenciais para a manutenção do teto de gastos, estabelecido no governo de Michel Temer pela equipe econômica de Henrique Meirelles.

Recentemente, Guedes rebateu críticas que vem sofrendo por parte do ex-ministro. "Colocou o teto e saiu correndo, não fez a reforma da Previdência, não fez a reforma tributária, não fez nada, só 'botou' o teto e saiu correndo."

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Na visão de Guedes, o teto de gastos somente se sustentaria com o que Temer chamou de "paredes", isto é, uma série de reformas para reduzir os gastos do governo, como a reforma da previdência, a reforma trabalhista, a reforma administrativa e a reforma tributária.

O próprio presidente Jair Bolsonaro já admitiu que as próximas reformas se não fossem votadas até dezembro, não avançariam em 2022.

"Essas reformas têm que acontecer no primeiro ano de cada governo. Já estamos praticamente terminando o terceiro ano [de governo]. Se não aprovar neste ano, no ano que vem pode esquecer", disse o presidente no fim de outubro.

Atualmente Guedes enfrenta grande rejeição por parte do Congresso Nacional. Após faltar ao depoimento que deveria prestar à Câmara quanto às suas contas offshore em paraísos fiscais, o ministro se tornou alvo dos políticos do Centrão.

Atualmente, a principal tarefa do ministério da Economia é consolidar a aprovação da PEC dos Precatórios no Senado, para assim financiar o valor de R$ 400 do Auxílio Brasil, e montar a peça orçamentária de 2022.

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