REFORME-SE: após pandemia, psicóloga troca apartamento na cidade por chácara e renova rotina

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A psicóloga Adriana Vicco, de 52 anos, saiu de São Caetano do Sul, região metropolitana de São Paulo, para passar a pandemia em uma chácara da família, localizada em Santa Branca, cidade de apenas 11 mil habitantes. Ela não imaginava o impacto que a mudança de ares teria na sua rotina: “o que era um lugar que eu escolhi por questão de segurança, acabou se tornando um lugar de paz, tranquilidade, no qual eu tirei da gaveta vários projetos”, conta ela.

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Com sete quartos e três suítes, a casa já está na família há 40 anos — e conta com elementos que são únicos da história Vicco, como uma árvore plantada por seu irmão quando compraram a chácara. Desde que se mudou para lá, ela tem feito ajustes e transformado o espaço para honrar a memória familiar: “havia um sino que ficou 40 anos no chão, e na pandemia decidi pendurá-lo”, descreve ela.

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Em companhia da mãe e de ajudantes da casa, Adriana, que se considerava da cidade, hoje cuida da horta, do que se prepara na cozinha, observa o jardim e os pássaros, além de transitar entre duas estações de trabalho (uma dentro de casa, e uma na área da piscina) nas quais se dedica aos seus projetos.

“Uma coisa que eu nunca imaginei que eu conseguiria: morar no mato. Sou uma pessoa muito de cidade, e foi uma grata surpresa”, afirma ela. Agora, o plano é reformar todos os quartos, transformando a chácara para o maior conforto de todos da família que passarem por lá.

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