Regina Duarte perde chefia na Cinemateca, mas segue recebendo R$ 15 mil

Regina Duarte não vai mais para Cinemateca Brasileira (Agência Brasil/Antônio Cruz)

Regina Duarte segue sentada na cadeira de secretária especial da Cultura do governo de Jair Bolsonaro. A ex-atriz havia anunciado aos sete ventos sua saída da secretaria após ter sido frita pelo presidente, mas o órgão para qual foi indicada será fechado pelo Governo.

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Segundo informações do colunista Ricardo Feltrin, a partir da próxima segunda-feira (8) ela poderia fazer parte dos quase 13 milhões de desempregados do país, já que abriu mão de um contrato de 50 anos com a TV Globo para embarcar no Governo.

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Mas para sua sorte pessoas dentro do Ministério do Turismo, onde sua secretaria está lotada, estão trabalhando para que ela ganhe um cargo DAS (Direção e Assessoramento Superior), cujo rendimento gira em torno dos mesmos R$ 15 mil que ela recebe hoje.

A diferença é que ela não teria obrigações ou uma função final, como tem como chefe da secretaria de cultura. Vale lembrar que Regina recebe cerca de R$ 7 mil de pensão alimentícia militar deixada por seu pai. Ele foi primeiro-tenente no Exército e morreu em 1981.

O Governo Bolsonaro quer romper o contrato de gestão da Cinemateca Brasileira nas próximas semanas com a Fundação Roquete Pinto. Os cerca de 150 funcionários devem ser demitidos e o acervo, que data de antes da década de 40, poderia ser perdido.

A prefeitura de São Paulo já manifestou interesse em absorver a entidade e gerir seu acervo.