Rejeição a Bolsonaro se deve por ignorância, defende Regina Duarte

O presidente Jair Bolsonaro e a ex-secretária especial da Cultura, do Ministério do Turismo, Regina Duarte (Antonio Cruz / Agência Brasil)
O presidente Jair Bolsonaro e a ex-secretária especial da Cultura, do Ministério do Turismo, Regina Duarte (Antonio Cruz / Agência Brasil)

A atriz Regina Duarte publicou um vídeo nas redes sociais em defesa do atual presidente da República e candidato à reeleição, Jair Bolsonaro (PL).

“Em certa medida, boa parte da rejeição ao presidente Bolsonaro se deve a uma completa ignorância. A ignorância que é fruto de uma propaganda massiva, diária, sem tréguas, que vem massacrando os brasileiros há mais de três anos e meio contra o seu presidente eleito democraticamente”, diz a atriz.

A artista inicia o vídeo com uma parábola, fazendo analogia entre Bolsonaro e opositores que o atacam por falta de conhecimento.

“O juiz perguntou ao assassino do ex-presidente egípcio: Por que você matou Moḥamed al Sadat? Ele lhe disse: porque ele era um secular. O juiz perguntou: o que significa secular? O assassino disse: eu não sei!”, narra Duarte.

Após continuar a história, ela conclui: “o ódio nunca se espalha com o conhecimento. Se espalha através da ignorância”, e parte em defesa do atual governante.

O vídeo de Regina viralizou e chegou aos trending topics do Twitter nesta quinta-feira (22). A atriz já fez parte da gestão Bolsonaro, quando ocupou o cargo de secretária da Cultura em 2020.

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Ela assumiu a pasta em março daquele ano, mas foi desligada três meses depois. Na época, o mandatário disse que a colocaria na Cinematec Brasileira, em São Paulo, mas ela nunca chegou a assumir o cargo que sequer existia.

Isso porque a Cinematec, responsável por preservar a memória do cinema nacional, saiu do controle do governo federal em 2018 e passou a ser gerida pela Associação de Comunicação Educativa Roquette Pinto (Acerp), uma organização social vinculada ao Ministério da Educação.

Para contratar Regina, Bolsonaro precisaria reincorporar a instituição ou trazer a atriz para um cargo de confiança.