Remake de "O Mágico de Oz" terá representação LGBTQ+, garante diretor

Judy Garland viveu Dorothy na adaptação de
Judy Garland viveu Dorothy na adaptação de "O Mágico de Oz" de 1939. (Foto: Divulgação/Metro-Goldwyn-Mayer)

Kenya Barris, criador de “Black-ish”, será o responsável por dirigir o remake de “O Mágico de Oz” e planeja levar representação LGBTQIA+ para a história. De acordo com o cineasta, ele deseja contar uma história que reflita os dias atuais.

“O original era uma alegoria e um reflexo de como o mundo era na época com coisas como a Grande Depressão e o Dust Bowl”, explicou Barris em entrevista ao site “Variety”. “Agora vamos virar um espelho de onde estamos agora”.

"E pegar personagens diversos da comunidade LGBTQ, de diferentes comunidades culturais e socioeconômicas, e contar uma história que reflita o mundo. Acho que este é o melhor momento para fazer isso”, acrescentou.

O diretor afirmou que sentiu a pressão ao assumir a direção do longa da Warner Bros. “Estou nervoso”, afirmou. “Espero que meu filme dure tanto quanto o original”, brincou ele antes de acrescentar: “Espero que meu filme seja lançado”.

A nova adaptação do livro "O Maravilhoso Mágico de Oz", de L. Frank Baum, ainda não tem previsão de lançamento. O longa terá uma abordagem inédita e também prestará homenagem às adaptações anteriores, como a clássica de 1939, estrelada pela atriz Judy Garland.

O longa da década de 1930 gira em torno de Dorothy (Garland), uma garota do Kansas que é levada por um ciclone a um mundo de fantasia com seu cachorro Totó. Durante o caminho, a Cidade Esmeralda para encontrar o Mago Oz, eles encontram um Espantalho, que precisa de um cérebro, um Homem de Lata sem um coração e um Leão Covarde que quer coragem. O grupo precisará conseguir a vassoura da Bruxa Malvada do Oeste para convencer o mágico a ajudar Dorothy a voltar para casa.