Renner nega ter pago "resgate" de R$ 5,4 bilhões após ataque hacker; app volta a funcionar

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  • Rede sofreu ataque cibernético na última quinta-feira, 19;

  • Segundo informações da Livecoins, houve um pedido de resgate de dados no valor de R$ 5,4 bilhões;

  • Em nota, a varejista comunicou o restabelecimento de app e e-commerce para compras.

A Lojas Renner negou ter pago "resgate" de qualquer espécie após o ataque hacker sofrido no último dia 19 de agosto. A rede varejista diz não ter tido nenhum contato com os autores do ataque. Em nota, também comunicou o restabelecimento de app e e-commerce para compras. “Como informado anteriormente, os principais bancos de dados permanecem preservados e, neste momento, todos os sistemas prioritários já estão operacionais”, destacou.

Segundo o comunicado, as lojas permaneceram abertas e operando durante todo o tempo desde o ataque, com indisponibilidade de apenas alguns processos por algumas horas da quinta-feira. A operação de e-commerce foi restabelecida nos sites na manhã do dia 21 (sábado) e, nos aplicativos, no dia 22 (domingo).

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A equipe da Renner negou ter pago qualquer valor aos autores do ataque. “As equipes permanecem mobilizadas de acordo com o plano de proteção e recuperação, com todos os seus protocolos de controle e segurança, e com um trabalho de apuração, documentação e investigação sobre o ocorrido”, afirmou no comunicado.

Ataque ransomware paralisou parte de seu funcionamento das lojas

A Renner, uma das mais famosas lojas de roupas do Brasil, foi vítima de um ataque ransomware que paralisou parte de seu funcionamento. De acordo com imagens compartilhadas na internet e uma nota oficial, o ataque derrubou operações da empresa em sites e até mesmo no aplicativo.

Nas redes sociais e em grupos do Whatsapp começaram a circular as primeiras mensagens e imagens sobre o ataque e pouco tempo depois os usuários notaram os problemas no site.

Um levantamento da ISH Tecnologia mostrou que a média mensal de ataques a companhias brasileiras é de 13 mil, sendo que 57% são do tipo da ransomware – que pedem resgate em dinheiro.

Com informações do InfoMoney e O Dia.

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