Repórter da Globo é agredido e relata ter sido ameaçado de morte por apoiador de Bolsonaro

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Leandro Matozo, repórter cinematográfico da GloboNews, foi agredido quando trabalhava em Aparecia (Foto: Reprodução)
Leandro Matozo, repórter cinematográfico da GloboNews, foi agredido quando trabalhava em Aparecia (Foto: Reprodução)
  • Repórter da GloboNews foi agredido por um apoiador do presidente Jair Bolsonaro em Aparecida

  • Segundo os repórteres Leandro Matozo e Victor Ferreira, homem fez ameaças de morte contra eles

  • Leandro Matozo levou uma cabeçada do homem, um professor da rede pública de Mogi das Cruzes

O repórter cinematográfico do grupo Globo Leandro Matozo foi agredido em Aparecida (SP), durante a cobertura do Dia de Nossa Senhora Aparecida pela GloboNews. Ele levou uma cabeçada de um homem, que se identificou como apoiador do presidente Jair Bolsonaro (sem partido).

Leandro Matozo e Victor Ferreira, repórter que trabalhava junto da vítima, relataram que foram ameaçados pelo agressor. Ele teria dito que, “se pudesse”, mataria os jornalistas.

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“Já faz um bom tempo que nós do jornalismo estamos convivendo com ofensas, ameaças e agressões. Hoje a vítima fui eu. Acordei de madrugada para trabalhar na cobertura da Celebração ao Dia de Nossa Senhora Aparecida no Santuário Nacional de Aparecida”, relatou nas redes sociais.

“No final da tarde, nossa equipe decidiu gravar na parte externa da igreja, quando fomos surpreendidos por um apoiador do Presidente Bolsonaro. Ele nos abordou com xingamentos contra a TV e não parou. Em um determinado momento, disse: ‘SE PUDESSE MATARIA VOCÊS’”, revelou Matozo.

Segundo o cinegrafista, Victor Ferreira chamou os policias que estavam no local logo após a ameaça. Ele continuou sendo insultado pelo agressor e, em seguida, levou uma cabeçada no rosto. “Meu nariz sangrou muito na hora. As medidas judiciais já estão em andamento”, afirmou.

Victor Ferreira também detalhou o ocorrido nas redes sociais. “Registramos uma ocorrência na PM, que não quis conduzir o agressor para a delegacia para não “prender a viatura” no DP, alegando uma tal resolução 150. O agressor foi liberado antes mesmo que nós e ainda pegou carona no carro da PM para voltar ao santuário.”

O repórter também relatou que o agressor é um professor de educação básica da rede estadual de Mogi das Cruzes.

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