Republicanos ficam com uma cadeira a mais no Senado americano

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(Arquivo) Nesta foto vê-se o Sen. Dan Sullivan, no Capitólio, em 1º de fevereiro de 2017
(Arquivo) Nesta foto vê-se o Sen. Dan Sullivan, no Capitólio, em 1º de fevereiro de 2017

O Partido Republicano do presidente Donald Trump manteve uma cadeira adicional no Senado dos Estados Unidos nesta quarta-feira (11), com uma vitória no Alasca, levando-os a uma posição majoritária na Câmara Alta do Congresso.

Dan Sullivan foi facilmente reeleito, com mais de 57% dos votos, segundo projeções das redes de televisão CNN e NBC. Sua vitória confirma o bom desempenho do Partido Republicano nas eleições parlamentares, realizadas no dia 3 de novembro, ao mesmo tempo que as eleições presidenciais deram a vitória ao democrata Joe Biden.

Com a vitória, os republicanos acumulam 50 cadeiras contra 48 dos democratas nesta câmara de 100 cadeiras.

Duas vagas ainda precisam ser disputadas em uma dupla eleição parcial em 5 de janeiro no estado conservador da Geórgia.

Os democratas teriam de ganhar essas duas cadeiras para alcançar os republicanos e dar a Joe Biden mais liberdade para implementar sua política. Então, seria a voz da vice-presidente Kamala Harris que decidiria os votos em caso de empate por 50-50 em seu papel como presidente do Senado.

Nenhuma lei pode ser aprovada nos Estados Unidos sem a luz verde do Senado, que também tem o poder de aprovar as nomeações do presidente - seus ministros, embaixadores e juízes, mesmo perante a Suprema Corte.

Biden estava confiante na terça-feira de que poderia trabalhar com um número suficiente de congressistas republicanos, se necessário.

Em relação à corrida presidencial, o presidente Trump conseguiu os três votos eleitorais do Alasca, segundo a mídia americana nesta quarta-feira, mas essa vitória não muda nada no que diz respeito ao resultado geral das eleições.

Biden tem ao menos 279 votos dos 538 votos eleitorais e precisava de 270 para chegar à Casa Branca.

Trump conseguiu 217, enquanto espera-se o resultado final na Geórgia, Carolina do Norte, além do Arizona, onde alguns meios de comunicação já dão a vitória ao democrata.

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