Reunião entre Biden e Bennett é adiada para esta sexta

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(25 ago) O premier de Israel, Naftali Bennett, durante reunião em Washington (AFP/Olivier DOULIERY)
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A reunião entre Joe Biden e o primeiro-ministro israelense, Naftali Bennett, foi adiada para esta sexta-feira, informou a Casa Branca. O presidente americano suspendeu sua agenda de hoje para lidar com a situação provocada pelo atentado sangrento ocorrido no entorno do aeroporto de Cabul.

"A reunião bilateral do presidente foi reprogramada para amanhã", disse a Casa Branca. Os dois líderes deviam se reunir às 11h30 locais desta quinta (12h30 em Brasília), mas o atentado no aeroporto da capital afegã, que deixou 12 soldados americanos mortos e vários feridos, alterou os planos.

Bennett espera refazer os laços com o governo democrata, após 12 anos turbulentos sob o mandato de seu antecessor, Benjamin Netanyahu. "Compartilho em nome do povo de Israel nossa tristeza profunda com a perda de vidas americanas em Cabul. Israel se mantém ao lado dos Estados Unidos nestes tempos difíceis, como os Estados Unidos sempre fizeram conosco", declarou nesta quinta-feira.

Esta é a primeira visita oficial do premier israelense, 49, desde que ele assumiu em junho como líder de uma coalizão ideologicamente dividida, na qual seu partido linha-dura conta apenas com um punhado de cadeiras. Ele prometeu "um novo espírito de cooperação" por parte de Israel.

O primeiro-ministro pretendia expressar sua preocupação com uma potencial retirada de forças americanas do Iraque e da Síria, que poderia gerar instabilidade naquela região, segundo um funcionário do alto escalão de Israel. A preocupação foi reforçada após os ataques de hoje no Afeganistão.

Duas explosões foram registradas na região próxima do aeroporto, atualmente controlado pelas tropas americanas. Segundo o Pentágono, uma ocorreu perto de Abbey Gate, um dos acessos ao aeroporto, e a outra perto do Hotel Baron, a 200 metros dali.

Nesta semana, serviços de inteligência dos Estados Unidos e outros aliados da coalizão no Afeganistão tinham advertido que relatórios confiáveis indicavam que o braço afegão do grupo extremista Estado Islâmico (EI) estava planejando ataques suicidas com bombas no aeroporto.

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