Rio começa aplicação da 3ª dose em idosos e suspende calendário de adolescentes

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A Syrian health worker prepares a dose of the Vaxzevria AstraZeneca vaccine against the coronavirus, before inoculating a patient in the capital Damascus, on Spetember 9, 2021. (Photo by LOUAI BESHARA / AFP) (Photo by LOUAI BESHARA/AFP via Getty Images)
A Syrian health worker prepares a dose of the Vaxzevria AstraZeneca vaccine against the coronavirus, before inoculating a patient in the capital Damascus, on Spetember 9, 2021. (Photo by LOUAI BESHARA / AFP) (Photo by LOUAI BESHARA/AFP via Getty Images)
  • A terceira dose da vacina contra a Covid-19 será aplicada em idosos a partir desta segunda no Rio

  • O calendário de vacinação de jovens foi suspenso em razão da falta de imunizantes da AstraZeneca

  • Vacina da Pfizer, única liberada para adolescentes, é aplicada em quem tomou a 1ª dose da AstraZeneca

A terceira dose da vacina contra a Covid-19 será aplicada em idosos a partir desta segunda-feira (13) no Rio de Janeiro. A campanha começará com maiores de 95 anos, e na sexta chegará a pessoas com 91 anos.

Em compensação, o calendário de vacinação dos adolescentes só deve retornar na quinta-feira (16), para meninas de 14 anos. Na sexta, segundo informações do portal G1, está prevista a vacinação dos meninos da mesma idade.

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O "congelamento" do calendário se deve pela falta de imunizantes da AstraZeneca em muitos municípios do estado. As pessoas que receberam a primeira dose da vacina de Oxford/Fiocruz e que procurarem os postos para tomar a segunda dose poderão tomar a Pfizer, única autorizada pela Anvisa para imunização de adolescentes.

O município do Rio foi o primeiro a adotar a combinação de imunizantes no país. A entrega da Astrazenca, que está atrasada, deve ser normalizada a partir de terça-feira (14), segundo a Fundação Oswaldo Cruz.

As pessoas que receberam a primeira dose da Astrazenca e que procurarem os postos para tomar a segunda dose poderão tomar a Pfizer. O município do Rio foi o primeiro a adotar a combinação de imunizantes no país.

A Fiocruz explicou ao portal G1 que houve um "aumento de demanda global por insumos utilizados na produção de vacinas, o que se reflete em algumas dificuldades de abastecimento".

A fabricante da vacina AstraZeneca sisse ainda que a fundação tem atuado junto a fornecedores e empresas parceiras para manter seu cronograma e que atualmente o abastecimento está normalizado.

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