Rio identifica mais quatro casos da variante Delta do coronavírus e número total chega a sete pacientes

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RIO - A Secretaria Municipal de Saúde do Rio (SMS) informou, na noite desta sexta-feira, dia 16,que foram identificados mais quatro casos na cidade de síndrome gripal por Covid-19 relacionado à variante Delta. Além dos três casos já divulgados esta semana, foram notificados mais um homem de 25 anos, morador de Manguinhos, na Zona Norte, e três mulheres, de 29, 65 e 47 anos, residentes de Campo Grande, Bangu e Santíssimo, todos bairros da Zona Oeste. Segundo a SMS, todos já estão curados.

A secretaria informou que 23 pessoas que tiveram contato com os sete pacientes identificados até agora estão sendo monitorados pela Vigilância em Saúde. Os três casos anteriormente identificados são de homens de 27 e 30 anos, residentes dos bairros de Olaria e Paquetá, e uma mulher de 72 anos, de Campo Grande.

A SMS frisa que, Independentemente da variante, as medidas preventivas são as mesmas. A população deve manter o distanciamento, usar máscaras e higienizar as mãos com álcool 70 ou, quando possível, água e sabão; além das demais medidas de proteção à vida estabelecidas na Resolução Conjunta SES/SMS Nº 871 de 12 de janeiro deste ano.

Depois dos dois primeiros casos, de Olaria e Paquetá, no início da tarde desta sexta-feira a SMS confirmou o terceiro caso, "uma mulher de 72 anos, com comorbidades, residente no bairro de Campo Grande, que desenvolveu quadro de síndrome gripal leve e já está curada", segundo informou a secretaria. O diagnóstico relacionado à variante ocorreu após sequenciamento genômico. Ontem, o secretário municipal de Saúde, Daniel Soranz, confirmou que a variante já circula pela cidade.

— A Organização Mundial da Saúde colocou que a variante Delta é a que se tornou predominante no mundo, já está em mais de cem países. E em quase todos onde foram detectados os primeiros casos, ela subiu rapidamente o mapa de vigilância genômica e a predominância em relação às outras — afirmou. — Aqui no Rio, a gente ainda tem duas hipóteses, se ela vai conseguir se sobrepor à variante P.1 (com origem detectada em Manaus) e se essa variante de fato é menos letal e se causa menos casos graves. A gente já sabe que ela tem uma capacidade de transmitir muito mais veloz que as demais, e há a hipótese de que seja menos letal e cause menos casos graves. Com relação a essa hipótese, no entanto, existe o fato de que, nos países onde ela entrou, boa parte das pessoas já estava vacinada.

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