Amazonas: MPF pede retirada imediata de garimpeiros ilegais do Rio Madeira

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Handout photo released by Greenpeace of accommodations and mining structures on the Madeira River, near the Rosarinho community, in Autazes, Amazonas state, Brazil, on November 23, 2021.  Rumours of gold discovery in the area have prompted a huge gold rush with many dozens of gold mining rafts and tugger boats arriving at the Madeira river. Autazes is just over 100 km from the capital Manaus. - RESTRICTED TO EDITORIAL USE-MANDATORY CREDIT - AFP PHOTO / GREENPEACE - NO MAFRKETING - NO ADVERTISING CAMPAIGNS - DISTRIBUTED AS A SERVICE TO CLIENTS - NO THIRD PARTIES, NO RESALE, NO ARCHIVE, CREDIT-LINE COMPULSORY
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Mais de 300 embarcações de garimpeiros ilegais estão no Rio Madeira, no Amazonas (Foto: AFP / GREENPEACE / Bruno KELLY)
  • Rio Madeira, no Amazonas, foi invadido por embarcações de garimpeiros ilegais

  • Balsas e dragas começaram a chegar ao local há 15 dias, com boatos sobre ouro

  • Ministério Púbico pediu medidas emergenciais para retirar os garimpeiros ilegais do local

O Rio Madeira, no Amazonas, está tomado por embarcações de garimpeiros, que extraem ouro da região. Segundo informações da organização não-governamental Greenpeace, são mais de 300 balsas no rio, sem licença ambientar para mineração.

As embarcações teriam começado a chegar há 15 dias, quando a informação de que havia ouro começou a circular. As balsas e dragas estão perto da comunidade de Rosário, no município de Autazes, cerca de 113 quilômetros da capital, Manaus.

Os tripulantes das balsas revolvem o fundo do rio, sugam o material para filtrar o outro e, depois devolvem a água.

O Instituto de Proteção Ambiental do Amazonas, o Ipaam, divulgou uma nota confirmando que há uma movimentação anormal de dragas. Segundo a instituição, será feito um diagnóstico para apurar a real situação da região. Além disso, o Ipaam afirma que a exploração mineral na região não é licenciada, portanto, a atividade seria irregular. Há também a suspeita de outras atividades ilegais, como trabalho escravo tráfico, contrabando, entre outros.

De acordo com o portal g1, na última quarta-feira (24), o Ministério Público Federal fez uma recomendação para que sejam tomadas medidas emergenciais para retirar os garimpeiros ilegais do local.

O Ibama informou ao g1 que foi informado sobre a chegada dos garimpeiros ilegais ao local e, em nota, alegou que “juntamente com outras instituições, estabelecerá as melhores estratégias para o enfrentamento do problema e interrupção dos danos ambientais”.

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