Rio teve queima de fogos nas Zonas Norte e Oeste, mas chuva afastou o público

·1 min de leitura

RIO — Para moradores das zonas Norte e Oeste, o último dia do ano foi de suspense em relação às queimas de fogos programadas pela prefeitura. À tarde, o Corpo de Bombeiros divulgou que o show pirotécnico em sete dos dez pontos da cidade anunciados poderia ser suspenso por falta de documentos. O prazo para o envio da papelada pela Riotur iria até as 18h. Só no começo da noite de réveillon, após a empresa municipal entregar a documentação, que a corporação deu aval e fez a vistoria para o espetáculo na Igreja da Penha, na Barra da Tijuca, no Recreio, no Parque Madureira, em Bangu, na Ilha do Governador e no Piscinão de Ramos.

Embora a prefeitura tenha espalhado o evento pela cidade para evitar aglomeração em Copacabana, o movimento nos pontos fora da Zona Sul foi fraco. No Parque Madureira, um espaço a 200 metros dos fogos foi liberado para o público, mas a chuva acabou espantando as pessoas. Algumas se reuniram em bares do entorno para aguardar a virada. O movimento aumentou após as 23h, quando a chuva deu uma trégua. O show pirotécnico durou 15 minutos.

Apesar da pouca clientela, Roberta Jaime, dona do estabelecimento em frente aos fogos, comemorava:

— No ano passado não tivemos festa nenhuma. Neste, apesar das restrições, ter a queima de fogos novamente já é um alívio.

Na Igreja da Penha, o espetáculo de fogos de dez minutos coloriu o céu e anunciou o novo ano.

Nosso objetivo é criar um lugar seguro e atraente onde usuários possam se conectar uns com os outros baseados em interesses e paixões. Para melhorar a experiência de participantes da comunidade, estamos suspendendo temporariamente os comentários de artigos