Roberta Rodrigues lamenta morte de João Pedro: "A escravidão não acabou"

Foto: Reprodução/Globo

Atriz que cresceu no Vidigal, Roberta Rodrigues participou do ‘Encontro’ desta quarta-feira (20) para falar como se sentiu após a morte de João Pedro. Revoltada com a atuação da polícia, Roberta lembrou de outros amigos que morreram baleados e afirmou que os políticos não estão do lado do povo.

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“É pela política que a gente consegue criar leis, só que a nossa política não está do nosso lado, a nossa política nem existe. Eu fico me perguntando todos os dias o que será que vai acontecer. Anteontem teve um tiroteio no Vidigal. E a minha mãe, meu irmão, meus sobrinhos, nossos alunos e meus amigos moram no Vidigal. Falo também pela Rocinha, Cruzada, Complexo do Alemão”, disparou a artista.

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Ainda segundo ela, 99% das pessoas que moram na comunidade são pessoas do bem e deveriam ter acesso à escolas e projetos sociais. “Não aguento mais isso, faço tudo que posso. É muito triste dizer que eu tive que sair do Vidigal para viver de uma forma mais digna. Isso não tinha que existir porque é o lugar que eu amo. Quero muito ter esperança, quero políticos que pensem que o melhor da vida é o ser humano”, continuou.

Roberta garantiu que a polícia deveria invadir os condomínios onde o tráfico é financiado com a mesma vontade que invade a comunidade. Ela também falou sobre racismo e emocionou o público ao dizer que a escravidão não acabou.

“Não adianta ficar nas redes sociais defendendo algo que você não pratica. Isso é uma coisa que me incomoda muito nos dias de hoje. O que você cobra nas redes sociais você tem que praticar. Não adianta falar que é contra o racismo e maltratar a doméstica, tratar mal a menina que trabalha na loja. Para o povo preto sobreviver a gente tem que ter leis.


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Ele é movido por um pequeno reator nuclear e, segundo o próprio Putin disse, teria alcance de 10 mil km. A arma tem uma velocidade máxima especulada de cerca de 70 nós (130 km/h), o dobro do que submarinos nucleares desenvolvem. Poderia se deslocar mais devagar perto do alvo, para reduzir a assinatura acústica para sonares inimigos. Mas é sua carga e modo de emprego que preocupam observadores militares. O Poseidon é desenhado para poder levar silenciosamente uma ogiva nuclear de 2 megatons, algo que poucos mísseis fazem hoje. Mais: Barabanov e outros analistas acham que ele poderia levar inacreditáveis 100 megatons para, digamos, Nova York. A bomba mais potente já testada pelo homem foi explodida pelos soviéticos em 1961 e tinha 50 megatons. Além da destruição em si num ataque direto, se uma detonação dessas ocorresse a alguns quilômetros da costa, geraria um tsunami que simuladores estimam com dezenas de metros de altura. E, viajando silenciosamente debaixo d'água, a arma é de detecção e interceptação bastante mais difíceis do que as de um míssil convencional. A existência do Poseidon foi conhecida no Ocidente quando o russo permitiu um vazamento proposital da imagem de um croqui da arma pelo canal de TV estatal NTV, há cinco anos. No ano passado, foi divulgado um vídeo simplório sobre seu funcionamento, além de imagens de sua produção. Os torpedos são tão grandes, 30 vezes maiores do que modelos pesados atuais, que precisam ser levados no dorso de enormes submarinos adaptados. Dois estão em uso, o Belgorod e o Khabarovsk. Eles operam no mar Branco, um braço do do mar de Barents, de águas territoriais russas, que deverá ser o local do teste do Poseidon, para tentar evitar espionagem. O programa de armas de Putin foi ridicularizado como propaganda, mas aos poucos tomou forma. Duas armas hipersônicas estão operacionais. O míssil Kinjal e o planador Avangard, que é transportado por um míssil intercontinental. Ambas as armas podem carregar ogivas nucleares ou convencionais. O míssil intercontinental pesado Sarmat está em testes e, supostamente, entra em serviço em 2021. Já o míssil de cruzeiro com propulsão nuclear Burevestnik tem uma carreira mais complicada. Após vários testes relatados na mídia especializada como fracassados, um motor dele explodiu em junho do ano passado. A Rússia tentou esconder a informação, mas morreram cinco técnicos da agência de energia nuclear e foi detectado um pico de radiação na região do teste, a mesma onde o Poseidon será testado. A Rússia vem trabalhando em novas armas estratégicas desde os anos 2000, quando os EUA divulgaram seus planos para criar um escudo antimíssil na Europa. O processo foi acelerado desde que Donald Trump chegou ao poder, em 2017. No ano seguinte, os americanos revisaram sua política de emprego da bomba atômica, na prática facilitando o uso de artefatos menos potentes. Um deles entrou em operação neste ano, gerando a ameaça do Kremlin de que qualquer lançamento de míssil por submarino americano seria visto como o começo de uma guerra nuclear. Paralelamente, Washington abandonou mecanismos de controle de armas. Saiu de um tratado simbólico sobre mísseis na Europa e do programa de voos mútuos de reconhecimento com a Rússia e outros países. Trump e Putin têm até o ano que vem para negociar uma renovação do principal acordo de controle de ogivas nucleares, o Novo Start, mas o americano já deu indicações de que deverá deixá-lo caducar, elevando assim o risco de uma corrida armamentista atômica. Trump quer que a China faça parte de novas negociações, o que é rejeitado por Pequim -a rival asiática tem 320 ogivas nucleares operacionais, ante 1.750 dos EUA e 1.572 da Rússia. O Kremlin, por sua vez, estabelece um morde-e-assopra. Nas águas do Ártico, irá fazer, no fim da semana, um exercício militar com 30 navios e 20 aviões ao longo da costa norueguesa, uma resposta à primeira incursão de navios da Otan (aliança militar liderada pelos EUA) desde os anos 1980 no mar de Barents. Por outro lado, querendo evidenciar que a Otan age de forma agressiva com simulações perto de suas fronteiras e voos de bombardeiros junto a seu espaço aéreo, o Estado-Maior russo informou nesta terça (2) que não fará mais exercícios perto da Europa neste ano. O grande treinamento do ano, o Kavkaz-2020 (Cáucaso-2020), será "empurrado" para áreas mais centrais do país, na esperança de demover os ocidentais de fazerem os seus próximos ao território russo.

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    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - A grande maioria (84,5%) dos médicos brasileiros considera que o país ainda não atravessou a pior onda da Covid-19, mostra a segunda pesquisa da APM (Associação Paulista de Medicina) divulgada nesta segunda (1°). Foram entrevistados 2.808 profissionais de todo o país, das redes pública e privada, entre os dias 15 e 25 de maio. Eles responderam a questionário estruturado online, na plataforma Survey Monkey. Quase a totalidade dos médicos ouvidos (96,6%) diz que é provável que faltem profissionais, nos vários níveis assistenciais, para cuidar dos infectados pelo coronavírus. Entre eles, 46% dos que estão na linha de frente apontam que já faltam médicos e outros trabalhadores da saúde nas unidades em que atuam. A grande maioria (75,3%) considera o isolamento social importante, mesmo com as perdas financeiras advindas dele: 85,2% relatam queda de renda em razão da pandemia. Para José Luiz Gomes do Amaral, presidente da APM, é positivo que os médicos tenham essa percepção de que o país ainda não atingiu o pior momento da pandemia e que o isolamento social deve ser mantido. "Vai piorar e muito. Tivemos mais de mil mortos por dia, um desfecho que não permite dúvida sobre a gravidade. Em São Paulo, de uma semana para outra, está aumentando em uma centena o número de óbitos. Vários equipamentos de saúde já estão no limite", diz. O médico Gerson Salvador, que atua na emergência do Hospital Universitário da USP, diz que o fluxo de procura e de internações por suspeita de Covid-19 está intenso, especialmente de pessoas que vivem nas periferias. "Temos visto muitos pacientes graves, com insuficiência respiratória, tendo que ser ventilados e intubados já na emergência. As estatísticas chegam para a gente com o nome, sobrenome e histórias de vida. Muitas coisas ruins ainda estão por vir." A tensão entre pacientes e equipes médicas também tem aumentado, segundo Salvador, especialmente por conta do estímulo que o presidente Jair Bolsonaro tem feito para uso da cloroquina. "Já tive paciente grave que se negou a aceitar os procedimentos indicados para o caso dele porque ele preferia tentar um tratamento com cloroquina." De acordo com a pesquisa, 58,5% dos médicos ou de profissionais que fazem parte de suas equipes já foram vítimas de algum tipo de violência relacionada à pandemia. O presidente da APM aponta que houve avanço na capacitação dos médicos em lidar com infectados em qualquer fase da doença, em relação à primeira pesquisa, feita em abril. Antes, 15% se diziam capacitados. Agora são 22,3%. "Houve progresso, mas precisa melhorar muito mais. Não adianta ter médicos que não sabem o que fazer no front, que têm uma formação distante das urgências, dos problemas respiratórios." Atualmente, 38,5% dos médicos da linha de frente dizem receber atualização científica dos hospitais; 38%, ter acesso por meio de associações médicas; e 61,5%, pesquisar diretamente na literatura médica. O Ministério da Saúde e as secretarias estaduais e municipais respondem por 31,5%, 17,5% e 18,5%, respectivamente, do conhecimento, segundo a pesquisa. Os médicos da linha de frente seguem apreensivos, pessimistas, deprimidos, insatisfeitos e revoltados - em uma somatória de 79,3%. Quando foram entrevistados, 75,3% dos profissionais atendiam até cinco pacientes com suspeita e/ou confirmação de Covid diariamente -24,7% cuidavam até de mais de 20 infectados. Entre os profissionais da linha de frente, 33,7% tiveram pacientes que morreram em razão da doença. Segundo o médico Daniel Knupp, presidente da Sociedade Brasileira de Medicina de Família e Comunidade, equipes de unidades de saúde no interior têm tido dificuldade em conciliar os atendimentos da Covid-19 com as outros atendimentos, por exemplo, às pessoas com doenças crônicas e as visitas domiciliares. Soma-se a isso a falta de estrutura de muitos serviços. Um terço dos entrevistados ainda se queixa de falta de máscaras N95 ou equivalentes nos serviços de saúde em que atendem. A maioria (64%) dos médicos entrevistados na pesquisa da APM também não foi testada para a Covid-19. E 39,4% dos que estão na linha e frente dizem que só há testes para os pacientes com sintomas graves. "Na rede, em geral, só existem exames para os pacientes graves e, na maioria dos serviços, o resultado vai chegar até duas semanas depois, quando as coisas já aconteceram", diz Gerson Salvador, que também preside o Sindicato dos Médicos de São Paulo. Em Belo Horizonte (MG), segundo Knupp, médicos e enfermeiros são testados só quando têm sintomas. "E não tem sido oferecidos testes para as equipes de saúde bucal e os agentes comunitários", afirma. Os médicos entrevistados também apontaram carência de leitos para pacientes que precisam de internação em UTI (18%) e de leitos para os pacientes que necessitam de internação em unidades regulares (12,2%). Segundo Amaral, da APM, a falta de estrutura/insumos das unidades não teve progresso em relação ao primeiro levantamento. "Há três coisas para serem praticadas nesta pandemia: o isolamento social, a solidariedade e os testes diagnósticos. Sem solidariedade, não tem isolamento. Sem teste, não adianta fazer isolamento. As pessoas um dia vão ter que sair de casa e, quando saírem, podem se contaminar." Entre os médicos, a avaliação do Ministério da Saúde despencou após a saída do ex-ministro Luiz Henrique Mandetta. A avaliação ruim e péssimo saltou de 5% para 43%. "A equipe anterior nos dava confiança. Agora, é como se o presidente de uma companhia aérea tivesse demitido piloto e o co-piloto e colocado engenheiro de voo pra pilotar o avião no meio de uma forte turbulência. Agora, todos estão inseguros. Estamos remando mas não estamos vendo para onde estamos indo."

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