Roberto Justus crítica Jair Bolsonaro e João Dória: “Não é o exemplo”

Roberto Justus voltou a criticar personagens políticos (reprodução / instagram @robertoljustus)

Roberto Justus não perde a oportunidade de criticar personagens políticos e o fez nesta terça-feira (2) durante entrevista ao ‘Pânico’, da Jovem Pan. O apresentador da Band comentava a nova temporada do reality show ‘O Aprendiz’.

Baixe o app do Yahoo Mail em menos de 1 minuto e receba todos os seus e-mails em um só lugar

Siga o Yahoo Vida e Estilo no Google News

Siga o Yahoo Vida e Estilo no InstagramFacebook e Twitter, e aproveite para se logar e deixar aqui abaixo o seu comentários.

“O Bolsonaro, infelizmente, não tem a habilidade para explicar o que ele quer dizer. Mas disse para o João Dória que, se eu fosse presidente, ele estaria em maus lençóis, porque eu explicaria um pouco melhor isso, de forma mais coerente mostraria o que deveria ser feito”, afirmou sobre o governador do Estado de São Paulo.

Leia também

CEO de algumas empresas e há alguns anos em desperstígio na televisão, Justus continuou na crítica ao presidente. “E o Bolsonaro não pode ir no meio do público sem proteção, pegar criança no colo, ir em manifestação. Esse não é o exemplo”, contou.

Justus, que já criticou publicamente as medidas de distanciamento social para conter a Covid-19 em meio aos danos econômicos, continuou. “A Unicef (Fundo das Nações Unidas para a Infância) já publicou estudos mostrando que milhões de crianças podem morrer de fome, de miséria e de violência graças ao lockdown mundial. E isso não tem peso? Quantos milhões de pessoas não vão ter comida?”, questionou.

Branco, rico e privilegiado, Roberto ainda relativizou os protestos que há oito dias tomam as ruas dos Estados Unidos e outras cidades do mundo. “Vocês não acham que 40 milhões de desempregados não estão aproveitando essa faísca para tornar essa convulsão social muito maior do que seria, invadindo lojas, roubando coisas, porque não têm o que comer? É tudo isso que o mundo vai pagar de preço pelo exagero de segurar as pessoas saudáveis em casa e acabar com a economia do mundo”, concluiu.