Rodrigo Garcia defende Doria na 3ª via e descarta volta do uso de máscaras em SP

Rodrigo Garcia (Foto: Reprodução/YouTube)
Rodrigo Garcia (Foto: Reprodução/YouTube)

Pré-candidato à reeleição em São Paulo, o governador Rodrigo Garcia (PSDB) defendeu nesta quarta-feira (4) o nome de João Doria (PSDB) como candidato da terceira via para disputar a eleição presencial deste ano.

“Tem muitas notícias na imprensa de o União Brasil ter candidato próprio, de o MDB ter candidato próprio, mas vou lutar, enquanto agente político, para manter o centro político unido para ter um único nome. E que esse nome passe a ter chances reais para quebrar polarização. Defendo que nome do PSDB seja escolhido, mas vamos submeter o nome do João [Doria] a decisões desse grupo”, falou.

Na sabatina promovida pelo portal UOL e pelo jornal Folha de S. Paulo, Garcia, que apoiou a candidatura de Doria nas prévias do PSDB, afirmou que o colega de partido tem credenciais a apresentar como um bom governador de São Paulo. Garcia foi vice-governador na gestão de Doria, que deixou o cargo no final de março para disputar a Presidência.

“Fez realizações concretas, foi quem trouxe a vacina [contra a covid-19] ao Brasil, e respeita as credenciais dos outros candidatos”, disse. Além disso, falou que nenhum pré-candidato tem tanta experiência quanto Doria.

Questionado se pretende fazer campanha descolada do ex-governador para conseguir mais votos, o pré-candidato à reeleição disse que não é candidato de “A” ou “B”, e que São Paulo “não vai andar na garupa de ninguém” nas eleições de outubro.

“Tem, sim, o debate nacional que é importante para a democracia. Mas se trata de discutir São Paulo. Além de governar o estado, a minha grande tarefa é defender São Paulo dessa guerra ideológica.”

Covid-19

Caso haja um agravamento da pandemia, Garcia descartou a possibilidade de voltar com as medidas restritivas.

Segundo ele, apesar do aumento no número de mortes, o comitê científico estadual não demandou a implementação de medidas adicionais, como a volta da obrigatoriedade do uso de máscaras.

“O estado sempre escolheu o lado da vida, mas não tem no horizonte nenhuma expectativa de medidas restritivas. A cobertura vacinal faz com que mesmo com o aumento, a vida possa seguir normalmente”, disse.

Hoje, é obrigatório o uso de máscara somente em serviços de saúde e transportes coletivos.

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