Rogério Caboclo se recusa a prestar depoimento à Comissão de Ética da CBF

·1 minuto de leitura

Rogério Caboclo, presidente afastado da CBF, enviou um ofício a Comissão de Ética da entidade informando que não irá prestar depoimento sobre a investigação de um caso de assédio, cujo foi acusado por uma funcionária da CBF. O depoimento estava previsto para esta sexta-feira.

Segundo a defesa de Caboclo, a Comissão de Ética é um "órgão parcial e arbitrário, por conduzir um processo repleto de vícios e nulidades". E que o "afastamento do cargo por 90 dias implica, na prática, em uma antecipação de pena".

Entenda o caso

Rogério Caboclo é acusado por uma funcionária da CBF de tê-la assediado moral e sexualmente. Ele foi afastado do cargo pela Comissão de Ética da CBF, a princípio por 30 dias, período que foi prorrogado por mais 60, no último sábado.

Além da Comissão de Ética da CBF, a Comissão de Mulheres da Câmara aprovou um requerimento para que Caboclo preste depoimento sobre as denúncias de assédio as quais está sendo acusado. A data da oitiva ainda não foi confirmada.

Apesar da aprovação, Caboclo não é obrigado a comparecer, já que se trata de um convite. No entanto, caso ele seja convocado, a sua presença se torna obrigatória.

Nosso objetivo é criar um lugar seguro e atraente onde usuários possam se conectar uns com os outros baseados em interesses e paixões. Para melhorar a experiência de participantes da comunidade, estamos suspendendo temporariamente os comentários de artigos