Ronaldinho Gaúcho culpa empresário por documentos falsos após ser detido no Paraguai

Passaporte falso que Ronaldinho Gaúcho portava no Paraguai

O ex-jogador Ronaldinho Gaúcho, detido pela polícia paraguaia com um passaporte falso, na noite de quarta-feira, responsabilizou o empresário Wilmondes Sousa Lira por portar o documento adulterado.

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Tanto o craque quanto o irmão e agente dele, Ronaldo de Assis Moreira, foram levados pelos agentes. É o que informou o comissário Gilberto Fleiras, diretor de Investigação de Fatos Puníveis da Polícia Nacional ao jornal "ABC Color". Apontado como o autor dos documentos falsos, Lira também foi detido pelas autoridades.

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Entenda o caso

Em 2018, o ex-jogador teve seu passaporte retido após ser condenado pela Justiça do Rio Grande do Sul a pagar R$ 8,5 milhões por crime ambiental em Porto Alegre. No fim do ano seguinte, ele recuperou o documento ao fazer um acordo com o Ministério Público estadual e pagar R$ 6 milhões.

Duas semanas antes de ser detido no Paraguai com suspeita de uso de passaporte falso, Ronaldinho Gaúcho virou réu em mais uma ação na justiça brasileira. Em meados de fevereiro, foi divulgado que o ex-jogador é parte de uma ação civil coletiva que pede R$ 300 milhões por danos morais e materiais por sua ligação com a empresa 18kRonaldinho, de criptomoedas.

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