Rosângela Moro vira estrela de inserção e diz ter visto marido de perto na Lava Jato

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*Arquivo* SÃO PAULO, SP, 12.03.2022 - A advogada Rosângela Moro, mulher do ex-juiz federal Sergio Moro. (Foto: Rivaldo Gomes/Folhapress)
*Arquivo* SÃO PAULO, SP, 12.03.2022 - A advogada Rosângela Moro, mulher do ex-juiz federal Sergio Moro. (Foto: Rivaldo Gomes/Folhapress)

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - A advogada Rosângela Moro, mulher do ex-juiz federal Sergio Moro, é a estrela de uma das inserções da União Brasil que vão ar a partir desta quarta-feira (1) no estado de São Paulo.

"Eu acompanhei de perto o trabalho do meu marido na Lava Jato e digo: a corrupção tira dinheiro de quem mais precisa", afirma na peça. Ela diz que o Brasil precisa de mais mulheres na política.

Contrariando a tendência de puxadores homens e experientes, a União Brasil pode lançá-la na eleição como candidata a deputada federal por São Paulo.

Como mostrou a Folha de S.Paulo, partidos políticos irão apostar em candidatos homens e em figuras já conhecidas pelo público para serem puxadores de voto para a Câmara dos Deputados em São Paulo nas eleições deste ano.

A Folha perguntou às principais legendas quais são os pré-candidatos que consideram puxadores de voto em potencial. As mulheres representam quase um terço do total de indicados, enquanto aqueles que disputam pela primeira vez são menos da metade.

Em 2018, dos 20 parlamentares mais bem votados em São Paulo para a Câmara, 14 eram homens.

Mais votado, Eduardo Bolsonaro (PL-SP), filho do presidente Jair Bolsonaro (PL), recebeu 1.814.443 de votos -seguido de Joice Hasselmann (então PSL, agora PSDB), com 1.064.047, e de Celso Russomanno (Republicanos), com 512.947.

A eleição para as 513 vagas na Casa se tornou crucial para as legendas porque o tamanho da bancada influência a distribuição de recursos e de tempo de propaganda na TV e rádio. Para o estado de São Paulo, a disputa é por 70 cadeiras na Câmara.

Esse perfil de candidato puxador é almejado pelos partidos porque ele pode, ao obter votação expressiva, acabar elegendo outros nomes que não conseguiram atingir o quociente eleitoral (votos válidos totais dividido pelo total de cadeiras).

Desde as eleições de 2016, no entanto, candidatos para o Legislativo precisam obter, no mínimo, 10% do quociente eleitoral para serem eleitos.

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