Símbolo do Natal, Papai Noel desaparece das ruas da Saara

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Com orçamento apertado, lojistas da Saara não contrataram um papai Noel para alegrar as ruas na véspera do Natal.

A dona de casa Cristiane Rodrigues, de 38 anos, deixou para fazer as compras no último dia, com esperança de encontrar o velhinho. Sua filha, Riana Chaves, de seis anos, que ansiava em ver o personagem, quase se contentou com um boneco do Noel à venda numa loja de decoração. Mas, antes de ir embora, encontrou Luciano Costa, de 47 anos. O artista de rua se fantasia há 20 anos para distribuir brinquedos pela Saara. Morador de Nilópolis, conta que essa é a sua forma de levar esperança para outros fluminenses:

— Ainda mais depois de tudo que a gente passou com a pandemia, acredito que o papai Noel resgata um pouco da nossa felicidade, faz bem para o outro. Faço isso por amor.

A pequena Sophia, de cinco anos, logo correu para tirar uma foto assim que ouviu Noel balançar o sino. A mãe, Sabrina Regina Mendes, de 42 anos, registrou o momento.

— Acho legal, dá uma dose de esperança em dias melhores para todos nós — opina.

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