Saúde assina contrato para aquisição de 50 milhões de doses de vacinas Covid-19

*Arquivo* SÃO PAULO, SP, 23.03.2022 - Profissional da saúde aspira vacina contra a Covid-19. (Foto: Danilo Verpa/Folhapress)
*Arquivo* SÃO PAULO, SP, 23.03.2022 - Profissional da saúde aspira vacina contra a Covid-19. (Foto: Danilo Verpa/Folhapress)

BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - O Ministério da Saúde assinou, nesta sexta-feira (30), um acordo com a Pfizer para a compra de mais 50 milhões de doses da vacina Covid-19.

O acordo prevê a entrega de vacinas bivalentes, que oferece imunização contra mais de uma cepa do coronavírus, para pessoas acima de 12 anos. Será feita também a compra de vacinas monovalentes para crianças de 6 meses a 11 anos.

A pasta já tinha um contrato vigente com a empresa para a aquisição de 100 milhões de doses de vacina contra a Covid-19. Com a aquisição, o número total de doses chegará a 150 milhões.

O contrato vigente também inclui a entrega de potenciais vacinas adaptadas às novas variantes que venham a ser aprovadas pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária).

A agência reguladora aprovou em novembro deste ano o uso emergencial de duas vacinas bivalentes contra a Covid-19 produzidas pela Pfizer.

A primeira versão apresentada pela fabricante foi desenhada com a cepa original do Sars-CoV-2 e a ômicron BA.1, que se alastrou rapidamente por todo o mundo. Também houve a aprovação de uma nova versão da vacina que possui a cepa original do vírus e conta com as subvariantes BA.4 e BA.5.

Para a faixa etária de 6 meses a 4 anos de idade estão previstas duas entregas em 2023. A primeira, com 16 milhões de doses, no primeiro trimestre. Já a segunda, com 6,68 milhões de doses, no segundo trimestre.

Para o público de 5 a 11 anos de idade também estão previstas duas entregas. A primeira, com 11 milhões de doses, até o primeiro trimestre. Já a segunda, com 6,57 milhões, no segundo trimestre.

Já para o público adulto, está prevista uma entrega de 9,7 milhões de doses da vacina bivalente BA.4/BA.5 até junho.

A pasta informou que durante este ano, 81 milhões de doses foram entregues ao Brasil, e as 69 milhões de doses remanescentes do acordo serão entregues até o segundo trimestre de 2023.