Saiba como proteger seu pet em uma viagem de avião

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RIO — Fazer uma viagem de avião com um cão ou gato exige mais planejamento do que uma viagem normal. Além de emitir uma reserva aérea para o pet, é preciso estar atento às regras de cada companhia aérea e se programar com antecedência para atender aos requisitos. De uma forma geral, todas as empresas exigem vacinação em dia e um atestado do veterinário do animal garantindo que ele está saudável.

O médico veterinário Saul Quintans, da clínica veterinária Bom Retiro, orienta que seja feita uma consulta completa antes da viagem.

— Além de verificar as vacinações, é preciso auscultar o coração e os pulmões para ver se o animal tem alguma condição cardíaca, se tem algum caso de desmaio ou síncope, e se ele se cansa muito rápido ou se vive submetido a condições de estresse — explica.

Não há indicação de dopar o animal para a viagem.

— Não há nenhuma medicação indicada. A gente pede para não sedar o animal, mas dependendo do caso um ansiolítico pode ajudar o animal a fazer a viagem em condições de ansiedade reduzida — diz Quintans.

Quanto à caixa de transporte para o animal, recomenda-se que o dono busque informações junto à companhia aérea, que irá fornecer o padrão e as medidas indicadas para o animal. Animais que pesam até 5kg podem viajar na cabine principal, junto com o dono. Os que excedem esse peso fazem a viagem em um compartimento especial do bagageiro do avião, que recebe uma climatização especial.

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