Sandra de Sá relembra o hexa do Flamengo e exalta Angelim, herói do título: ‘Ele merecia’

Gustavo Loiogustavo.loio@oglobo.com.br
Sandra de Sá e Marcio Braga, ex-presidente do Flamengo

Entre “Retratos e Canções”, Sandra de Sá nunca deixou de mostrar sua paixão pelo Flamengo. Quando não vai ao Maracanã, costuma torcer a distância pelo Rubro-Negro. Foi assim, inclusive, há 10 anos, quando a cantora e compositora deu um “Bye bye tristeza” com o hexacampeonato brasileiro.

— Vi muitos jogos em quartos de hotel. Viajava e via muitos jogos sozinha. Quando o Flamengo ganhava, abria a janela, ia no corredor e gritava, a ponto de o pessoal da produção pedir: “vai devagar”. Fiz altos escândalos. De vez em quando xingava. Ver sozinho um jogo é um estresse diferente — se diverte Sandra, ao relembrar.

Na opinião da artista, o talento foi importante para a conquista há 10 anos. E a união pelo título também.

— Fui a alguns jogos. Imagina, Imperador, Petkovic, Angelim, Juan, era um timaço, altamente interessante. Tinha muito o lance da individualidade, como o Imperador. Tinha certeza de que o Flamengo iria brigar pelo título. Aliás, sempre entro achando que o Fla vai ganhar geral — recorda a cantora.

A vitória do título, por 2 a 1, sobre o Grêmio, no Maracanã, obviamente, Sandra de Sá não “Joga Fora” da memória, obviamente. Muito menos o herói aquela partida.

— Fiquei muito feliz quando o Angelim fez aquele gol, porque ele merecia. É um cara que eu gosto muito. Eu o sentia jogando com “flamengalidade”.