Santuário Cristo Redentor acusa ICMBio de hostilidade, depois de atraso em batizado com Padre Omar

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RIO - Na manhã deste sábado, o Santuário Cristo Redentor, que administra a capela e a estátua no Corcovado, divulgaram uma nota de repúdio contra o Instituto Chico Mendes de Conservação daBiodiversidade (ICMBio), que faz a gestão do Parque Nacional da Tijuca, onde está o ponto turístico.

Segundo o Santuário, o reitor Padre Omar Raposo foi barrado nesta manhã, quando tentava subir pela Estrada das Paineiras para celebrar um batizado aos pés do Cristo. A comitiva que também estava com os pais, padrinhos e a criança também foi impedida de acessar o parque naquele momento, tendo sido alegado que não estavam autorizados. A cerimônia, inicialmente marcada para 7h30, foi então realizada duas horas depois, quando conseguiram subir até o monumento.

Na nota, o Santuário também relembrou outros episódios recentes em que diz ter havido constrangimento com convidados e religiosos. Em episódio similar, funcionários terceirizados da iluminação do Cristo Redentor não puderam subir para colocar uma luz verde no monumento no dia 2 de setembro. Era uma ação que visava chamar a atenção para a importância da doação de órgãos.

No dia seguinte, 3 de setembro, o problema seria que convidados da Arquidiocese do Rio de Janeiro não puderam acessar o santuário. Após a celebração, o Santuário ofereceu café da manhã gratuito aos fiéis, mas alegam que o Parque Nacional daTijuca também vetou o acesso de água aos convidados.

O Santuário Cristo Redentor afirma ainda que nos últimos anos que foram colocadas guaritas e catracas no acesso ao monumento pela Estrada das Paineiras, quando também passou a ser exigida autorização pelo parque. Eles lembram ainda que tudo é enviado aos funcionários do Parque Nacional e que o acesso ao santuário sempre foi gratuito, que o que é cobrado é pelas concessionárias de vans e trens que levam o público.

Procurado, o Instituto Chico Mendes de Conservação daBiodiversidade (ICMBio), que é um autarquia do Ministério do Meio Ambiente, não havia emitido resposta até a publicação desta reportagem.

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