São Paulo altera datas de vacinação; veja mudanças

·2 minuto de leitura
As datas das faixas etárias seguintes ainda não foram divulgadas pela Secretaria Municipal da Saúde. REUTERS/Carla Carniel
As datas das faixas etárias seguintes ainda não foram divulgadas pela Secretaria Municipal da Saúde. REUTERS/Carla Carniel
  • Neste sábado (26), grupo com 47 a 49 anos será imunizado;

  • Quem tem 45 anos ou mais foi adiado para terça-feira (29);

  • Gestantes não precisam mais apresentar atestado para se vacinar.

A Prefeitura de São Paulo divulgou mudanças no calendário de vacinação contra a Covid-19: população de 46 anos ou mais será vacinada na próxima segunda (28); quem tem 45 anos ou mais foi adiado para terça-feira (29). As datas das faixas etárias seguintes ainda não foram divulgadas pela Secretaria Municipal da Saúde. No total, cerca de 340 mil pessoas dessas duas faixas etárias podem tomar vacina na cidade. 

Neste sábado, acontece a repescagem de quem tem 47 a 49 anos e não conseguiu se vacinar na ultima quarta-feira, data marcada para esta faixa etária. 

Este conteúdo não está disponível devido às suas preferências de privacidade.
Para vê-los, atualize suas configurações aqui.

Nesta semana, na terça (22), a capital precisou interromper a vacinação contra a Covid-19 por falta de doses. O calendário foi alterado e houve um atraso para os grupos de quem tem 44, 45 e 46 anos ou mais. Com a nova organização, neste sábado (26) haverá uma repescagem para quem tem de 47 a 49 anos.

Grávida não precisa mais de atestado para tomar vacina contra Covid na cidade de SP

Gestantes e puérperas (mães que tiveram filhos em até 45 dias) não precisarão mais apresentar atestado médico para serem vacinadas contra o novo coronavírus na cidade de São Paulo. 

Até então, era obrigatório mostrar um documento com pedido do médico para a imunização contra a Covid ser feita nos postos de saúde da capital paulista.

A Secretaria Municipal da Saúde informou que "todas as gestantes e puérperas do município de São Paulo poderão dirigir-se às UBS (Unidades Básicas de Saúde) para imunização com as vacinas Coronavac ou Pfizer". O uso da AstraZeneca não é recomendado pela Anvisa. Na ausência dessas vacinas, diz a pasta, o posto de saúde precisa criar uma lista de espera.

Com informações do G1.

Nosso objetivo é criar um lugar seguro e atraente onde usuários possam se conectar uns com os outros baseados em interesses e paixões. Para melhorar a experiência de participantes da comunidade, estamos suspendendo temporariamente os comentários de artigos