São Paulo discute rescisão de contrato com Éder

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Éder em sua apresentação com a camisa do São Paulo. Contrato termina em dezembro do ano que vem (Rubens Chiri/São Paulo)
Éder em sua apresentação com a camisa do São Paulo. Contrato termina em dezembro do ano que vem (Rubens Chiri/São Paulo)

Daniel Alves pode não ser o único a deixar o time do São Paulo via rescisão. Nos últimos dias, o Tricolor foi procurado pelo atacante Éder para discutir o rompimento do contrato de forma amigável. O motivo: ele sente que não tem sido útil como poderia no Morumbi.

Importante: oficialmente, o Tricolor não confirma a notícia, embora duas fontes do clube tenham confirmado a notícia ao Blog.

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Vale lembrar, por exemplo, que Éder não saiu do banco de reservas nas duas últimas partidas, contra Atlético-GO e América, ambas no Morumbi, por opção de Hernán Crespo.

A diretoria do São Paulo, em sua maioria, é contrária à rescisão com Éder por entender que ele ainda pode ser útil. De qualquer maneira, as partes chegaram a discutir alternativas para o rompimento do contrato, que só se encerra em dezembro de 2022.

Não houve, porém, um acordo financeiro. O Blog apurou que Éder gostaria de receber quatro salários para rescindir com o Tricolor, que ofereceu apenas um mês de compensação. O atacante ganha cerca de R$ 600 mil mensais.

Desde que foi contratado, no início do ano, Éder disputou 23 jogos, marcou cinco gols e deu duas assistências. Sua temporada foi marcada por algumas contusões, que o impediram de jogar com mais frequência.

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