São Paulo diz que vai exportar doses extras de CoronaVac se Ministério da Saúde não se manifestar

Redação Notícias
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A health worker prepares a dose of China's Sinovac CoronaVac vaccine to give to a senior during a priority vaccination program for the elderly at the Bezerra de Menezes Asylum in Brasilia, Brazil, Friday, Jan. 22, 2021. (AP Photo/Eraldo Peres)
O Instituto Butantan tem contrato para fornecer 46 milhões de doses ao governo federal, com possibilidade de adicionar mais 54 milhões de doses extras. (Foto: AP Photo/Eraldo Peres)

O governo de São Paulo afirmou nesta quarta-feira (27) que vai exportar doses extras da CoronaVac se o governo Jair Bolsonaro (sem partido) não manifestar interesse.

A afirmação foi feita durante coletiva de imprensa no Palácio dos Bandeirantes, na zona oeste de São Paulo.

Segundo o governo, o Butantan tem contrato para fornecer 46 milhões de doses ao governo federal, com possibilidade de adicionar mais 54 milhões de doses extras.

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"Butantan tem compromisso com outros países e se o Brasil declinar desses 54 milhões vamos priorizar demais países com quem temos acordo", disse Dimas Covas, do Instituto Butantan.

"Nosso contrato com o Ministério da Saúde é de 46 milhões de doses, não temos contrato adicional. Mas ainda não tivemos nenhum aceno neste sentido. Está na hora de decidir e se demorarmos não vamos conseguir ampliar esse número", acrescentou Covas.

Doria afirmou que é inacreditável que "tenhamos o distanciamento entre aquilo que o Ministério da Saúde deveria agir solicitando mais vacinas que lhe são oferecidas e esta resposta não é dada".

da Folhapress