São Paulo e Bragantino correram bastante e jogaram pouco

Alexandre Praetzel
·1 minuto de leitura
Crespo gostou do que viu, mas São Paulo jogou pouco. Foto: Ettore Chiereguini/AGIF
Crespo gostou do que viu, mas São Paulo jogou pouco. Foto: Ettore Chiereguini/AGIF

São Paulo e Red Bull Bragantino poderiam ter feito um jogo bem mais atrativo, no Morumbi. Afinal, são dois times da Série A do Brasileiro e contam com jogadores de qualidade técnica. No entanto, o confronto válido pelo Campeonato Paulista foi competitivo e disputado, com poucas ideias ofensivas. 

Crespo manteve a força máxima com Luan entre os titulares e Igor Gomes na reserva. O tricolor foi bem previsível, marcando forte e tentando sair para o jogo. Só que o Bragantino também fechou espaços e a partida travou bastante, sem defesas dos dois goleiros. Rojas não foi bem e Pablo deixou a desejar mais uma vez. 

No segundo tempo, com Luciano no lugar de Rojas, o SP projetava mais criatividade e chances de gols. Não conseguiu incomodar o Bragantino e a disputa ficou mais no meio-campo e nas bolas áereas defensivas. O gol da vitória saiu numa bola trabalhada pela esquerda com cruzamento de Reinaldo, ajudado pelo goleiro Cleiton, que espalmou a bola nos pés de Léo Ortiz, marcando contra, num azar enorme do Bragantino. 

Crespo disse que o SP fez uma grande atuação, valorizada pela dificuldade de enfrentar o Bragantino. Não fez. O blog viu outro jogo, com muita correria, intensidade, mas aproveitamento ofensivo pífio dos dois lados. Em comparação com Flamengo e Palmeiras, concorrentes nas principais competições, SP e Bragantino estão distantes. 

Crespo e Maurício Barbiéri precisam ter noção disso, apesar das boas campanhas no Estadual.