São Paulo muda estratégia para não perder mais atletas

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Rogério Ceni não aceita mais perdas de atletas da base (Marcello Zambrana/AGIF) (Marcello Zambrana/AGIF)
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Rogério Ceni decidiu junto à diretoria do São Paulo que só irá usar atletas da base no time profissional quando eles existirem com contrato longo. Tudo para evitar novos casos de jogadores que deixaram o Morumbi de graça ou com valor bem abaixo do mercado por causa do vínculo curto.

A determinação de Ceni conta com aval de Muricy Ramalho e dos demais dirigentes. Os atacantes Marquinhos e Vitinho são dois bons exemplos. O primeiro rendeu apenas 3 milhões de euros, em negócio com o Arsenal, porque seu vínculo se encerraria no fim de maio.

Assim como Marquinhos, Vitinho não quis renovar e deixará Cotia de graça em junho. O Tricolor garante ter feito várias propostas, todas recusadas. Um possível destino é o Atlético San Luis, time mexicano dirigido por André Jardine.

Thiago Couto foi o caso mais recente. O goleiro, que se tornou reserva imediato de Jandrei após a saída de Volpi, só tem contrato até 30 de junho e fez jogo duro para prorrogar. Mas os contatos do fim de semana garantiram bons avanços e o martelo deve ser batido em breve.

No passado, o São Paulo já havia perdido bons jogadores como João Schmidt, Marquinhos Cipriano, Militão.

O zagueiro Luizão, de 20 anos, até atuou como titular na última partida da Sul-Americana, contra o Jorge Wilstermann, mas com acordo verbal para estender o vínculo, que termina em janeiro do ano que vem.

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