Sargento morre e pode ter contraído febre maculosa em curso da PM

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RIO - Um sargento que participava de um curso de especialização da Polícia Militar do Rio de Janeiro morreu e pode ter sido vítima de febre maculosa, doença transmitida por picada de carrapato. O policial da Silva atuava como instrutor do Curso de Operações de Polícia de Choque (COPC) deste ano e adoeceu durante a "etapa da mata" da instrução.

A possibilidade foi confirmada pela Polícia Militar. Os exames complementares para checagem das circunstâncias do óbito, no entanto, ainda estão sendo realizados pelo Hospital da Fio Cruz, onde o agente estava internado quando faleceu. Outros militares que participavam do curso estão sendo acompanhados, sob avaliação e passando por testes, pelo Ambulatório de Febre do Instituto Oswaldo Cruz. Ainda é considerado prematuro ligar qualquer alteração de quadro clínico deles à contaminação pela febre.

Por enquanto, o Curso de Operações de Polícia de Choque (COPC) está suspenso.

A febre maculosa é uma doença infecciosa causada por bactérias do gênero Rickettsia. No Brasil, segundo o Ministério da Saúde, duas espécies estão associadas à febre maculosa: Rickettsia rickettsii, mais registrada do norte do Paraná e nos estados da região Sudeste, como Minas Gerais; e Rickettsia sp. cepa Mata Atlântica, que é registrada em áreas silvestres e apresenta sintomas mais leves.

A transmissão em seres humanos ocorre por meio da picada do carrapato infectado pela bactéria causadora da doença. Os carrapatos permanecem infectados durante toda a vida, em geral de 18 a 36 meses.

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