Scholz cada vez mais pressionado

A guerra na Ucrânia não foi esquecida este domingo, durante o Conselho de ministros franco-alemão. O encontro serviu para os líderes europeus, mais uma vez, reafirmarem o apoio a Kiev.

Olaf Scholz garantiu que a ajuda vai continuar “durante o tempo que for necessário e de uma forma abrangente em defesa do projeto de paz europeu".

O chanceler continua sem garantir o envio de tanques para a Ucrânia e, para além de Kiev, há vários governos como os dos países bálticos a criticar o argumento de que "não se deve provocar" o agressor

Este domingo, na cerimónia que comemorou os 160 anos da revolta lituana e polaca contra a Rússia, o presidente da Lituânia, Gitanas Nauseda, disse que a decisão “não é correta e é imoral” porque todos os dias custa muito, em primeiro lugar à Ucrânia, “que perde o bem mais preciosas, vidas humanas".

Em França, várias figuras políticas pedem que Paris tome "a iniciativa" e envie tanques Leclerc para a Ucrânia. Emmanuel Macron foi questionado sobre essa possibilidade e disse que "nada é impossível".