Viúva conta que Sean Connery sofria de demência: "Não era vida"

Giselle de Almeida
·1 minuto de leitura
O ator Sean Connery no Edinburgh International Film Festival, em 2010. Foto: Reuters
O ator Sean Connery no Edinburgh International Film Festival, em 2010. Foto: Reuters

Viúva de Sean Connery, Micheline Roquebrune falou sobre os últimos anos de vida do ator, que morreu enquanto dormia no último sábado (31), aos 90 anos. Segundo a artista plástica, o primeiro James Bond dos cinemas sofria de demência.

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“Não era vida para ele. Ele não era capaz de se expressar ultimamente. Pelo menos, ele morreu durante o sono e foi tão pacífico. Eu estava com ele o tempo todo e ele simplesmente escapuliu. Era o que ele queria”, disse a viúva ao jornal inglês “Daily Mail”.

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Micheline, que foi casada com Connery por 45 anos, afirmou que os dois tiveram “uma vida maravilhosa juntos” e lembrou do marido com carinho.

“Ele era um homem modelo. Vai ser muito difícil sem ele, eu sei disso Mas não poderia durar para sempre, e ele se foi em paz”, afirmou.

Afastado de Hollywood nos últimos anos, o ator escocês acumulou 94 papéis ao longo de mais de 50 anos de uma carreira premiada com um Oscar - na categoria de melhor ator coadjuvante, em 1988, por seu papel como policial irlandês em “Os Intocáveis” -, dois Baftas e três Globos de Ouro.

Connery foi o primeiro intérprete do personagem na telona e um dos queridinhos dos fãs. Estrelou sete das aventuras do 007 nas décadas de 60, 70 e 80 e atuou em filmes de sucesso como “Indiana Jones e a Última Cruzada”, “O Nome da Rosa”, “Caçada ao Outubro Vermelho” e “A Rocha”.

Em 2000, o intérprete foi condecorado Cavalheiro do Império Britânico pela rainha Elizabeth II e recebeu o título de ‘Sir’.

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