Secretário de Saúde do Rio diz que zerar a fila de exames e cirurgias na capital custaria R$ 2,5 bilhões

Felipe Grinberg
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O médico Daniel Soranz, secretário municipal de Saúde, disse que o desafio de zerar um passivo de 450 mil pessoas na fila por exames ou cirurgias, que foram deixadas de lado diante da emergência da Covid-19, precisaria de R$ 2,5 bilhões, que não estão disponíveis. Outro problema é o aparelhamento da pasta, segundo ele: "cargos estratégicos estavam rifados por negociações políticas do pior tipo possível", disse em entrevista.

Qual foi o grande erro do Rio no enfrentamento à Covid-19?

Na minha avaliação, foi não ter investido na atenção básica, como fizemos na zika, na dengue e na H1N1. Uma semana antes de a pandemia começar, cortaram 200 equipes da saúde da família.