Secretário de Saúde de SP defende suspensão das aulas presenciais devido aos casos de Covid-19

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Jean Gorinchteyn, left, Health Secretary of the state of Sao Paulo, left, speaks next to Joao Gabardo, Executive Coordinator of the Contingency Center of Sao Paulo, during a press conference regarding the Sinovac COVID-19 vaccines test results, at headquarters of the Butantan Institute in Sao Paulo, Brazil, Wednesday, Dec. 23, 2020. According to Dimas Tadeu Covas, director of the Butantan Institute, Brazil is closer to getting its first COVID-19 vaccine, as phase 3 trials for a shot made by Chinese biopharmaceutical firm Sinovac have surpassed the 50% efficacy threshold imposed by the country's sanitary agency. (AP Photo/Carla Carniel)
Na visão do secretário, o problema não está dentro da escola, mas sim a circulação de pessoas no entorno dos colégios (Foto: AP Photo/Carla Carniel)

O secretário estadual de Saúde de São Paulo, Jean Gorinchteyn, defendeu a supensão das aulas presenciais nas escolas diante do aumento de casos de Covid-19 e o avanço da pandemia no estado. 

Em entrevista à CBN, nesta terça-feira (2), ele afirmou que o tema será discutido nos próximos dias, mas que, na opinião pessoal, manter escolas abertas pode favorecer a propagação do vírus devido aos descolamentos fora das aulas.

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"Isso é um tema que estamos discutindo. Se estamos entendendo que as pessoas estão ameaçadas frente ao vírus, frente a um colapso, temos de avaliar a circulação das pessoas em situações que poderiam ser evitadas e uma delas é a escola", disse Gorinchteyn.

Na visão do secretário, o problema não está dentro da escola, mas sim a circulação de pessoas no entorno dos colégios.

"É a circulação das pessoas no entorno, professores, alunos, pais, o transporte público, a exposição que acabamos colocando as pessoas, avaliou.

Gorinchteyn ainda se mostrou contrário ao lockdown, dizendo que não pode ser feito no Brasil. "Não temos capacidade no nosso País de fazer lockdown, as pessoas vão morrer de fome, vamos ter um problema civil, social".

O posicionamento do secretario estadual da Saúde é contrário ao que tem defendido o secretário estadual da Educação, Rossieli Soares. 

Para ele, as escolas devem ser as últimas a fechar e as primeiras a abrir, uma vez que o longo tempo de fechamento vem causando prejuízos às crianças e adolescentes.

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