Segurança de Zambelli alegou 'disparo acidental' de arma em perseguição a detrator

O policial militar que disparou durante perseguição contra um homem que havia xingado a deputada federal Carla Zambelli (PL-SP) alegou em depoimento à Polícia Civil ter havido um "disparo acidental", segundo a advogada da parlamentar, Karina Kufa. Ele pagou fiança e foi liberado.

Entenda: Carla Zambelli saca arma e aponta para homem nos Jardins, em SP; assista ao vídeo

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O policial estava de folga e fazia a segurança de Zambelli em almoço no sábado, antes de se envolverem numa confusão com Luan Araújo. Ele afirmou ao GLOBO ter xingado a deputada na rua após ouvi-la defender voto em Tarcísio de Freitas (Republicanos), candidato bolsonarista ao governo de São Paulo. O caso aconteceu em frente ao restaurante onde a deputada estava, nos Jardins, Zona Sul da capital paulista.

A discussão entre Araújo e Zambelli esquentou a partir de então. Quando Araújo se afasta, o segurança e a deputada o perseguem pela rua, quando é possível ouvir um tiro em um vídeo gravado por celular. Apesar de Zambelli ter dito a jornalistas no sábado que ela mesma havia disparado, as imagens mostram que ela estava com as mãos livres quando o tiro é dado.