Sem acordo no RJ, Freixo pede união entre PT e PSB

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Marcelo Freixo no casamento do ex-presidente Lula na última quarta-feira (18) (Foto: FILIPE ARAUJO/AFP via Getty Images)
Marcelo Freixo no casamento do ex-presidente Lula na última quarta-feira (18) (Foto: FILIPE ARAUJO/AFP via Getty Images)

Resumo da notícia

  • Marcelo Freixo reforçou importância de aliança entre PT e PSB

  • Pré-candidato ao governo do estado do Rio de Janeiro afirma que eleições de 2022 serão as mais importantes da história do país

  • Freixo está em segundo lugar nas pesquisas, atrás de Cláudio Castro

Pré-candidato ao governo do estado do Rio de Janeiro, Marcelo Freixo (PSB-RJ) defendeu uma aliança entre o partido dele, o PSB, e o PT em âmbito nacional – mesmo que as legendas tenham dificuldade de se entender no estado carioca.

“A eleição de 2022 é a mais importante da nossa vida, neste momento recente da democracia brasileira – até porque, ela pode ser a última”, afirmou Freixo, durante sabatina do portal Uol em conjunto com o jornal Folha de S. Paulo. A declaração acontece na esteira das tentativas do presidente Jair Bolsonaro (PL) de descredibilizar o processo eleitoral.

O PT e o PSB enfrentam dificuldades para entrarem em acordo no Rio de Janeiro. A principal divergência está no cargo de senador. Enquanto Alessandro Molon (PSB-RJ) esperava o apoio dos dois partidos, o PT ainda quer ter André Ceciliano como postulante ao cargo.

“Temos nossas diferenças, mas estamos buscando coisas em comum, que são as mais importantes”, disse, em relação aos dois partidos. “Eu vou para o PSB para construir um projeto de frente ampla, para virar a página e colocar o Rio de pé. Isso é prioridade absoluta, e foi muito conversada com o PSB, com o PT, com o PSOL, com o PV, com a Rede e com setores da sociedade civil.”

Freixo classificou a aliança entre os partidos de “inédita na história” do Rio de Janeiro, mesmo que ainda haja a falta de alinhamento no candidato ao Senado. Segundo o pré-candidato, isso será decidido pelas direções nacionais.

“Existem acordos para que essa aliança seja feita, e esses acordos vão ser cumpridos. Tento a direção do PSB como do PT vão chegar o mais rápido possível a um consenso, não tenho dúvidas disso”, afirmou Marcelo Freixo.

O pré-candidato ainda comentou sobre a escolha de Geraldo Alckmin, correligionário, como vice de Lula e reforçou a importância das eleições de 2022. “Se você pegar dez anos atrás, você nunca imaginaria que o Alckmin seria vice do Lula, porque a conjuntura era diferente. Hoje, há uma necessidade e é algo que vai fazer muito bem para o Brasil.”

Segundo a última pesquisa Quaest no Rio de Janeiro, Marcelo Freixo aparece em segundo lugar, com 18% dos votos, atrás do atual governador, Cláudio Castro, que tem 25%.

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