Fluminense vence o Botafogo-PB e avança na Copa do Brasil

Rafael Oliveira
Marcos Paulo comemora seu gol na vitória do Fluminense (Thiago Ribeiro/AGIF)

Não teve gol no início do jogo e nenhum tipo de surpresa. O Fluminense pode não ter feito uma atuação de encher os olhos da torcida, mas não precisou de muito trabalho para vencer o Botafogo-PB por 2 a 0, no Maracanã, e seguir em frente na Copa do Brasil.

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Na terceira fase, os tricolores irão enfrentar o Figueirense. A partir de agora, os confrontos serão em dois jogos. A disputa contra os catarinenses será nas próximas duas semanas. Antes disso, no entanto, o time enfrenta o Resende, domingo, pela Taça Rio.

O Fluminense desceu para o intervalo sob vaias. Mas isso não quer dizer que o primeiro tempo não tenha dado ao menos uma boa notícia para a torcida. Os gols sofridos nos primeiros minutos, um ponto fraco do time este ano, não deram as caras. Se não deu a qualidade que o torcedor esperava na saída de bola, a dupla de volantes formada por Hudson e Yago ajudou a anular o adversário.

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O problema era mesmo na frente. Com Marcos Paulo apagado e Wellington Silva abusando dos erros, Evanilson não recebia a bola na medida certa. Mais atrás, Nenê contava principalmente com Egídio para levar a bola à frente. Mas os dois eram pouco para dar conta do meio de campo superpovoado do Botafogo-PB.

Os caminhos tricolores se abriram na etapa final. Com a entrada de Fernando Pacheco e Gilberto mais participativo na frente, a equipe de Odair Hellmann só precisou de 6 minutos para abrir o placar. Em bela jogada, o lateral-direito recuou para Marcos Paulo, que pegou mal na bola, mas fez seu 10º gol com a camisa do Fluminense.

Atrás no placar, o Botafogo precisou se tornar mais ofensivo. Mas quase sempre sem perigo. Na melhor oportunidade, Digão cortou chute perigoso de Dico, aos 19.

O Fluminense tratou de aproveitar a maior exposição do adversário. Aos 23, Gilberto foi puxado na área por Lohan. Pênalti que Nenê converteu com categoria para marcar seu 8º gol no ano. O apoiador é o artilheiro tricolor na temporada e deixou o jogo ovacionado pela torcida.

Aos 32, os tricolores ainda marcaram mais um, com Evanilson. Mas a arbitragem viu um impedimento que não existiu. Como na segunda fase da Copa do Brasil não há VAR, o erro não foi corrigido. Menos mal que não fez falta. A fatura já estava liquidada.

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