Senado vê omissão de Bolsonaro e organiza agenda própria para os 200 anos da Independência

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***FOTO DE ARQUIVO*** BRASÍLIA, DF, 14.12.2021 - O presidente Jair Bolsonaro participa de evento de lançamento programa Rodovida 2022, da Polícia Rodoviária Federal, no Palácio do Planalto. (Foto: Pedro Ladeira/Folhapress)
***FOTO DE ARQUIVO*** BRASÍLIA, DF, 14.12.2021 - O presidente Jair Bolsonaro participa de evento de lançamento programa Rodovida 2022, da Polícia Rodoviária Federal, no Palácio do Planalto. (Foto: Pedro Ladeira/Folhapress)

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Diante do que considera inação do governo federal, o Senado vai desenvolver em 2022 uma agenda própria de eventos para celebração dos 200 anos da Independência.

"No centenário, o Brasil fez a Semana de Arte Moderna e a atual versão do hino nacional. No sesquicentenário [150 anos], trouxe os restos mortais de Dom Pedro 1º. Agora existe omissão total do governo", diz o senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP), coordenador da comissão especial destinada ao tema.

Estão previstos uma carreta itinerante sobre a história do Brasil, uma página na internet, um convite para que o presidente de Portugal, Marcelo Rebelo de Sousa, venha ao Brasil, entre outros.

O projeto 200 anos 200 livros, que fará parte das comemorações, deverá contar com o lançamento de novas edições de livros já conhecidos e a publicação de novas obras, além de um trabalho de interação com esses escritos na página temática na internet.

Em setembro, o Senado deu o pontapé inicial na iniciativa com o lançamento do livro "Vozes do Brasil: a linguagem política na Independência (1820-1824)", que reúne panfletos históricos utilizados na época para divulgação de ideias ou posições por diferentes grupos políticos e indivíduos, na maior parte das vezes de forma anônima ou sob pseudônimo.

Os panfletos reunidos no livro estão na Universidade Católica da América, em Washington, e foram reproduzidos de maneira fac-similar na obra a partir de cooperação entre a instituição de ensino e a comissão do Senado, da qual também faz parte Rodrigo Pacheco (PSD-MG), presidente da Casa.

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