Senadora afunda esperanças dos democratas de aprovar reforma de direito a voto

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Senadora Kyrsten Sinema
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  • Kyrsten Sinema
    Kyrsten Sinema
    United States Senator from Arizona
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    Joe Biden
    Presidente dos Estados Unidos

Por Moira Warburton

WASHINGTON (Reuters) - A senadora Kyrsten Sinema rejeitou pedido do presidente norte-americano, Joe Biden, de descartar a regra de obstrução do Senado para permitir que os democratas aprovem um projeto de lei de direito ao voto, chamando a medida de ferramenta vital para atenuar as divisões políticas cada vez mais profundas no país.

Sinema foi ao plenário do Senado para reiterar sua oposição pouco antes de Biden se encontrar com correligionários democratas no Senado para incentivá-los a se unirem em torno da ideia e aprovarem uma lei que ele diz ser fundamental para compensar uma onda de novas restrições ao acesso às urnas aprovadas em Estados controlados por republicanos.

Ela criticou a série de novas leis que restringem o acesso às urnas em Estados liderados pelos republicanos como antidemocráticas, mas disse que não concordaria em mudar as regras do Senado para aprovar uma lei federal contra elas.

"Não apoiarei ações separadas que piorem a doença subjacente da divisão em nosso país", disse Sinema. "Alguns desistiram do objetivo de aliviar nossas divisões e unir os americanos. Eu não."

Os 50 republicanos da Casa estão unidos em oposição ao projeto de reforma do direito a voto, que eles classificam como uma tomada de poder partidária. Os democratas precisam de todos os 50 votos para concordar em mudar a obstrução, mas tanto Sinema quanto o senador democrata centrista Joe Manchin se opõem à medida.

Sinema afirmou que mudanças anteriores sobre obstrução provaram ser equivocadas.

Os democratas em 2013 eliminaram o mínimo de 60 votos para a aprovação da maioria dos indicados do governo, e os republicanos em 2017 fizeram o mesmo para os indicados à Suprema Corte. Isso abriu caminho para o presidente republicano Donald Trump nomear três conservadores para o tribunal em seus quatro anos no cargo, estabelecendo uma maioria de 6 a 3.

(Reportagem de Moira Warburton em Washington)

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