Mãe de jovem envenenado por madrastra fala sobre laudo: ‘Ser do mal’

Madrasta está presa suspeita de ter envenenado jovem de 22 anos e adolescente de 16 anos. - Foto: Divulgação
Madrasta está presa suspeita de ter envenenado jovem de 22 anos e adolescente de 16 anos. - Foto: Divulgação
  • Perícia comprovou que adolescente ingeriu chumbinho

  • 'Monstra', disse mãe

  • Jovem envenenado sobreviveu, mas sua irmã morreu em março

A mãe dos jovens envenenados pela madrastas comentou sobre o resultado do laudo que comprovou que o adolescente Bruno, de 16 anos, ingeriu chumbinho, misturado na comida servida por Cíntia Mariano, companheira de seu pai.

"A confirmação que eu, meu filho e todos nós já sabíamos. Meu filho que sofreu na pele todo o processo e teve a chance de renascer. Chance que a minha filha amada não teve. Minha princess tão pura, tão cheia de luz, tão inocente, tão alegre, só fazia o bem. Quanto repúdio a essa MONSTRA, um ser do mal", escreveu Jane Cabral nesta terça-feira (14).

A madrasta é suspeita de tentar matar por envenenamento o enteado de 16 anos, em Padre Miguel, na Zona Oeste do Rio de Janeiro, além de ser investigada por matar a irmã do adolescente, Fernanda Carvalho Cabral, de 22 anos, também por envenenamento, em março.

Cíntia teve a prisão prorrogada pela Justiça por mais 30 dias. A prorrogação da prisão foi determinada pelo juiz Alexandre Abrahao Dias Teixeira, da 3ª Vara Criminal, que atendeu a um pedido do Ministério Público, após o resultado da perícia.

"E ainda tem gente tentando botá-la na rua novamente. Não foi a sua filha, né, queridos advogados. Fico me perguntando como pode uma pessoa estudar tanto, jurar pela sociedade e querer botar uma assassina solta. Assassina essa covarde, cruel, fria, nazista, manipuladora. O mal nunca vai vencer o bem. Deus é justo", declarou Jane.

De acordo com o laudo, o jovem poderia ter morrido em decorrência do envenenamento: “O quadro clínico e a apresentação dos grânulos, revela quadro clássico de intoxicação por raticidas, carbamatos, aldicarb. Caso a vítima não tivesse sido submetida a tratamento imediato, como ocorreu, provavelmente teria evoluído para o óbito”.

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