Sergio Guizé exibe tanquinho e conta como mantém a forma aos 42 anos: 'Treino de domingo a domingo'

Protagonista de "Mar do sertão", Sergio Guizé contou como mantém a forma aos 42 anos. O ator revela que começou a acordar às 5h30 para treinar e precisou mudar seus hábitos alimentares para interpretar o personagem Zé Paulino.

"Quando fui chamado para fazer a novela, 20 dias antes de começar a gravar, entrei em uma dieta e cortei o glúten, a lactose e o álcool para desinchar um pouco até a estreia. Para fazer um personagem na primeira fase com 27 anos e, na segunda, com 37, tive que correr atrás e voltar a treinar todos os dias, de domingo a domingo", disse ele em entrevista à revista "Caras".

"Acaba sendo um momento relaxante, o esporte em si é. Enfim, tudo para ter esse equilíbrio e ficar com saúde para poder enfrentar horas diárias de gravações, a semana toda, o ano todo. São os pilares: o equilíbrio físico, mental e o psicológico", completa.

Focado, Guizé afirma que a academia se tornou seu refúgio e admite ser um homem bastante vaidade:

"Acho que a minha vaidade está muito conectada com o trabalho e o desejo de que o personagem esteja bem, assim como minha imunidade, para aguentar o tranco que é fazer uma novela. Quando tem um grande propósito, como um trabalho, eu fico muito focado. Me considero um cara vaidoso, mas eu não entraria em uma loucura assim se não tivesse um personagem me pedindo isso".

No final de 2020, Guizé se submeteu a um transplante capilar para acabar com sua calvície.

"O cabelo ficou super natural e mais luminoso. Estou muito feliz com o processo todo. Vale muito a pena. Confesso que dava um certo medo. Eu imaginava que seria bem pior. Mas se eu soubesse que era tão tranquilo, eu teria feito antes. A autoestima fica lá em cima. Foi uma das melhores coisas que eu fiz na minha vida nesses meus 40 anos. Estou muito feliz com o resultado", declarou ele na ocasião.

Durante o papo, Guizé conta que começou a perder cabelo aos 18 anos e passou a fazer tratamento desde então.

"Eu era cabeludo. Aí fui entrar no tiro de guerra, e para as pessoas não me zoarem, eu cortei, fiz topete, foi aí que vi que estava faltando um pedacinho. Tenho histórico de calvície na família. Procurei um médico e passei a tomar medicamentos. Há uns cinco anos, eu vinha fazendo um tratamento regular, com microagulhamento semanalmente, até resolver fazer o transplante", conta ele, afirmando que a decisão foi por uma questão pessoal e não profissional.