Sergio Moro e Luciano Huck negociam para disputar Presidência em 2022

  • Opa!
    Algo deu errado.
    Tente novamente mais tarde.
  • Opa!
    Algo deu errado.
    Tente novamente mais tarde.
·2 minuto de leitura
O ex-juiz Sergio Moro e o apresentador Luciano Huck em registro no Fórum Econômico Mundial, em Davos (SUI), em janeiro de 2019
Neste artigo:
  • Opa!
    Algo deu errado.
    Tente novamente mais tarde.
  • Opa!
    Algo deu errado.
    Tente novamente mais tarde.

O ex-ministro Sergio Moro e o apresentador Luciano Huck costuram uma aliança para concorrer à Presidência da República em 2022 e derrotar Jair Bolsonaro (sem partido), caso o atual chefe do Executivo tente se reeleger.

Segundo o jornal Folha de S.Paulo, o contratado da Globo visitou Moro em seu apartamento, em Curitiba, no dia 30 de outubro. O convite para o encontro partiu do ex-juiz.

Leia também

Na reunião, eles teriam acertado a intenção de se unir em uma espécie de “terceira via” para disputar o Palácio do Planalto daqui a dois anos. Como foi uma conversa inicial, não se decidiu quem seria o candidato a presidente e quem seria o vice. A decisão deve sair em 2021.

Embora a reportagem tenha incluído Moro e Huck no espectro ideológico de “centro”, que pode se aproximar tanto a políticos de direita quanto de esquerda, os dois estão mais alinhados à centro-direita, com rejeição total de candidaturas progressistas.

O ex-juiz, que ganhou notoriedade ao prender o ex-presidente Lula no âmbito da Operação Lava Jato, aceitou o convite de Bolsonaro para ser ministro da Justiça e Segurança Pública, logo após a vitória do então candidato no pleito de 2018. Deixou o cargo em abril, acusando o presidente de tentar interferir politicamente no comando da Polícia Federal no Rio de Janeiro, onde seu filho, Flávio Bolsonaro, é investigado.

No segundo turno da eleição presidencial de 2018, Huck afirmou que “nunca votou no PT” e deu um voto de confiança a Bolsonaro, torcendo para ele “amadurecer” em relação a seus posicionamentos. Na época, o presidente recém-eleito já era conhecido por apoiar a ditadura militar brasileira (1964-1985) e idolatrar o coronel Carlos Alberto Brilhante Ustra (1932-2015), condenado pela prática de tortura durante os anos de chumbo.

“Acho que as pessoas, sim, amadurecem, sim, evoluem. Acredito que as pessoas possam mudar também. Fiz uma análise da história, dos posicionamentos, do que ele falou, e acho, sim, que ele pode rever, repensar”, disse Huck.

Nosso objetivo é criar um lugar seguro e atraente onde usuários possam se conectar uns com os outros baseados em interesses e paixões. Para melhorar a experiência de participantes da comunidade, estamos suspendendo temporariamente os comentários de artigos