Sergio Moro: ‘Posso não concorrer a nada. Não vivo da política’

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Sergio Moro: ‘Posso não concorrer a nada. Não vivo da política’ (Foto: REUTERS/Adriano Machado)
Sergio Moro: ‘Posso não concorrer a nada. Não vivo da política’ (Foto: REUTERS/Adriano Machado)
  • Sergio Moro: ‘Posso não concorrer a nada. Não vivo da política’

  • Ex-juiz, que era pré-candidato do Podemos à Presidência da República, se filiou ao União Brasil no fim de março

  • Ex-ministro deu entrevista à CNN Brasil nesta quarta-feira (20)

O ex-juiz e ex-ministro da Justiça Sergio Moro (União Brasil) admitiu nesta quarta-feira (20), durante entrevista à CNN Brasil, que pode “não concorrer a nada” nas eleições deste ano.

“Me coloquei naquela situação, que todos os pré-candidatos à Presidência da República deveriam se colocar: o de desprendimento. A gente tem que construir um cenário de união para que possamos vencer os extremos. Então, não está descartada nenhuma situação. Eu posso inclusive não concorrer a nada. Não vivo da política. Eu voltei para ajudar na construção de algo que possa vencer esses extremos políticos”, falou Moro.

No final de março, o ex-juiz assinou sua filiação ao União Brasil. Ele era pré-candidato do Podemos à Presidência da República.

Depois de mudar de partido, Moro disse que deixou seu nome “à disposição” para colocar em prática "um projeto de país", não de poder.

Na semana passada, o União Brasil aprovou o nome de Luciano Bivar, presidente da legenda, para ser o pré-candidato do partido para disputar o Planalto.

“O União Brasil definiu o Luciano Bivar como pré-candidato à Presidência e a partir daí tenta construir esse centro, para que ele possa chegar junto com forças, com estrutura partidária, tempo de TV, recursos financeiros. Eu vim para ajudar a construir esse centro. Qual vai ser o meu papel, isso é algo que está em definição”, disse Moro à CNN Brasil.

“Eu somente com meu capital político não daria certo, daí a necessidade de fazer um movimento. Todo mundo cobrava dos candidatos da terceira via esse desprendimento. Ninguém recuava e fazia nada, e essa situação permanece. A gente tem que construir algo diferente”, acrescentou.

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