Servidora falsifica exame de gravidez para entrar no grupo de risco da Covid

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Sede do Tribunal de Justiça de Rondônia
Sede do Tribunal de Justiça de Rondônia
  • Uma servidora do Tribunal de Justiça de Rondônia foi exonerada por falsificar um exame de gravidez

  • Segundo investigação, a funcionária falsificou o teste para se enquadrar no grupo de risco da Covid-19

  • O TJ-RO suspendeu o home office, adotado desde o início da pandemia, em 30 de maio de 2021

Uma servidora efetiva do Tribunal de Justiça de Rondônia (TJ-RO) foi demitida por ter apresentado um exame de gravidez falso para se enquadrar no grupo de risco da Covid-19.

Segundo reportagem do portal G1, a fraude foi descoberta pelo TJ-RO no fim do ano passado, após o judiciário verificar o exame de gravidez apresentado pela servidora junto ao laboratório. Com isso, constou-se que o documento foi adulterado e que, na verdade, o resultado era negativo.

Diante do possível crime de falsificação de documento, o TJ abriu um processo administrativo disciplinar contra a servidora, no mês de dezembro de 2020. Após meses apurando as infrações funcionais cometidas pela servidora, o Poder Judiciário acabou decidindo pela demissão como "penalidade".

Não foi divulgado qual cargo a servidora efetiva ocupava no TJ-RO e também nem qual era sua remuneração.

Desde o começo da pandemia de Covid-19, a maioria dos servidores do TJ-RO trabalhava através do modelo home office. A suspensão do atendimento presencial durou até 30 de maio de 2021. Por mais de um ano, os servidores fizeram atendimento por meio de sala virtual, telefones e-mails das unidades judiciais e administrativas no horário de funcionamento das unidades.

Por meio de nota, o TJ-RO informou que o "Poder Judiciário de Rondônia atua nos Processos Administrativos Disciplinares em face de servidores e servidoras em cumprimento estrito à legislação e à Constituição Federal, assim como às normas internas de conduta ética, efetivando o devido processo legal e chegando, em algumas situações, a penas que vão de desde a advertência, suspensão (sem remuneração) e demissão, nos termos da Lei Estadual 68/1992".

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