Servidores ligados ao Poder Executivo federal podem optar por plano de saúde complementar

O Ministério da Economia fechou um convênio para a oferta de plano de saúde complementar com a Fundação Assistência dos Servidores do Ministério da Fazenda (Assefaz). Com o novo acordo, celebrado no dia 1º de julho, órgãos que fazem parte da administração pública direta podem oferecer uma alternativa de serviços de saúde a servidores ou empregados da ativa e seus dependentes e pensionistas.

A partir do novo convênio, os servidores podem escolher uma segunda opção, além da Geap, que hoje é a única responsável pela administração.

A nova gestora, uma instituição sem fins lucrativos, oferece cinco planos de saúde e assistência médico-hospitalar em todo o país, respeitando o rol de serviços obrigatórios estabelecidos pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS).

Quem pode optar

O benefício está disponível para servidores e empregados ativos, enquanto durarem os vínculos com órgãos da União; servidores e empregados aposentados, enquanto ainda estiverem na folha de pagamento do governo federal; e ocupantes de cargo em comissão, enquanto estiverem nesses postos. A abrangência do plano também deixa os dependentes cobertos.

A inscrição é voluntária e deve ser oficializada por meio de um instrumento específico disponibilizado pela Assefaz. Os interessados no modelo devem acessar o portal da entidade e procurar a aba "Inscrição".

A Assefaz já atende 38.967 integrantes do funcionalismo federal lotados nos ministérios da Economia, da Cidadania, da Agricultura, Pecuária e Abastecimento e dsa Comunicações, além dos que estão na Advocacia-Geral da União (AGU), na Controladoria-Geral da União (CGU), na Polícia Federal (PF) e na própria Presidência da República.

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