Servidores no cargo de intérprete de Libras poderão ter duas matrículas nas redes públicas de educação do Rio

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Servidores que atuam como intérpretes da Língua Brasileira de Sinais (Libras) no Rio vão poder acumular até dois cargos públicos nas redes municipais ou estadual de educação, assim como professores, pedagogos e técnicos pedagógicos. Uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que dá esse direito aos profissionais, desde que a carga horária seja compatível, foi aprovada nesta quarta-feira, por unanimidade, pelo plenário da Assembleia Legislativa do Rio. O texto, de autoria do deputado estadual Eurico Júnior (PV), não depende de sanção do governador e será promulgado pelo presidente da Casa, deputado André Ceciliano (PT).

Atualmente, o Tribunal de Contas do Estado não permite que intérpretes de Libras acumulem duas matrículas, mesmo havendo compatibilidade de horários.

— Esse impedimento reduz a carga horária e a possibilidade de aumento dos vencimentos dos intérpretes de Libras, um sistema linguístico cuja formação profissional deve ser incentivada pelo poder público para viabilizar a comunicação com a pessoa com deficiência e, consequentemente, promover sua inclusão social — analisa Eurico Júnior.

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