Sete civis mortos na Síria em bombardeio governamental, segundo ONG

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Membros da Defesa Civil síria cobrem o corpo de uma mulher com uma manta, antes de retirá-lo dos escombros de uma casa bombardeada por artilharia do governo sírio

Sete civis, quatro mulheres e três crianças, morreram em Idlib, noroeste da Síria e última fortaleza rebelde e extremista, em um bombardeio das forças governamentais, afirmou neste domingo (18) o Observatório Sírio para os Direitos Humanos (OSDH).

A tragédia ocorreu na cidade de Ehsim, sul de Idlib, onde um fotógrafo da AFP observou os socorristas despejando os escombros de uma casa para recuperar o corpo sem vida de uma mulher.

O bombardeio ocorreu algumas horas depois que o presidente sírio Bashar al Assad prestou juramento para um quarto mandato presidencial.

No sábado, a artilharia governamental disparou contra a cidade de Sarja, sul de Idlib, matando seis pessoas, entre elas três crianças.

O grupo extremista Hayat Tahrir al Sham (HTS), antigo braço sírio do Al Qaeda, e seus aliados controlam aproximadamente metade da província de Idlib, assim como partes das províncias vizinhas de Hama, Latakia e Aleppo.

Quase três milhões de pessoas vivem na região, dois terços delas foram deslocadas de outras cidades recapturadas pelo governo.

Desde que começou em 2011, o conflito sírio causou a morte de quase meio milhão de pessoas, segundo o Observatório, e provocou o deslocamento de outros milhões dentro e fora do país.

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